sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Ricardo solicita recursos ao BNDES para construir Campus da UEPB em JP

O governador eleito, Ricardo Coutinho (PSB), se reuniu com diretores do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), nesta quinta-feira (2), na sede do órgão, na cidade do Rio de Janeiro, para buscar recursos para a realização de projetos de desenvolvimento local integrado, fomento ao setor privado e também para transformar a antiga fábrica Matarazzo, em João Pessoa, no novo Campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Ricardo Coutinho disse que a partir de janeiro do próximo ano, após ser empossado governador do Estado, vai implantar projetos que garantam a expansão e a consolidação da UEPB em todas as regiões paraibanas. Dentro dessa política, ele destacou a necessidade da instituição de ensino ter um Campus próprio na Capital.

“Não dá para imaginar que João Pessoa não tenha um Campus da Universidade do Estado. Hoje os cursos funcionam em um prédio alugado. É preciso que UEPB funcione em um prédio próprio, garantindo instalações adequadas para as atividades acadêmicas”, afirmou.

“Nós achamos que a antiga fábrica da família Matarazzo, no Centro, na cidade baixa, é o local ideal para isso, pois além de facilitar o deslocamento dos alunos, professores e funcionários, também vai garantir a revitalização daquela parte da Capital”, completou, ressaltando que o projeto foi apresentado aos diretores do BNDES, com o intuito de que sua execução seja feita em parceria entre o Banco e o Governo Estadual.

Setor privado – Na pauta das discussões, também foram debatidos projetos para o financiamento do setor privado da economia paraibana. “É preciso que o Estado fomente o desenvolvimento da economia privada, para que a dependência com o setor público diminua”, frisou.

Ricardo Coutinho participou das discussões do seminário ‘Saneamento em Foco’, onde pleiteou recursos para execução de obras no setor nos municípios brasileiros. O governador eleito manteve audiência com o diretor de Inclusão Social do BNDES, Elvio de Lima Gaspar.

Parlamentopb


Comentário do Blog: Diante dessa atitude do governador eleito Ricardo Coutinho só podemos afirmar que a Paraíba não está tão endividada como ele mesmo temia, já que o mesmo foi buscar financiamento junto ao BNDES para construir um campus próprio da UEPB em João Pessoa. Atitude louvável, mas que vem mostrar para o segmento da sociedade paraibana que nem tudo que um politico fala ou pensa, as vezes condiz com a realidade, tornando-se muitas vezes em sensacionalismo e oportunismo oposicionista.A Paraíba segue em Frente!

Branco afirma que Efraim é certeza no secretariado de Ricardo Coutinho

PREGO BATIDO
Deputado diz que o Democrata Efaim Moraes foi o primeiro aliado do socialista

O deputado Branco Mendes (DEM) deu como certa a participação do senador Efraim Morais(DEM) no secretariado do governador eleito Ricardo Coutinho(PSB).

O deputado lembrou que o Democrata aderiu a Ricardo desde dezembro de 2009, sendo, segundo ele, o primeiro partido a colaborar com o projeto do socialista. “O DEM foi o primeiro partido a se aliar ao governador Ricardo Coutinho”.

Perguntado sobre a participação do partido no secretariado de Ricardo, ele afirmou que a legenda tem bons nomes para compor pastas, mas quando questionado sobre a participação de Efraim no secretariado, o deputado foi direto. “Com certeza, o senador Efraim é um homem experiente, capacitado e competente” afirmando a participação do senador entre os nomes que serão anunciados pelo governador.

Efraim Moraes não conseguiu a reeleição nas eleições de 3 de outubro.O seu nome foi especulado como possível candidato ao governo neste ano, sem êxito, em 2009 ele declarou apoio do partido ao projeto de eleição de Ricardo Coutinho, agora tem o seu nome lembrado nos bastidores para assumir o comando de uma pasta no futuro governo.

MaisPB- Écliton Monteiro

Quatorze ações no STF contra a Ficha Limpa estão na frente do de Cássio


NA FILA
Recurso do ex-governador chegou nesta quinta à corte máxima do Poder Judiciário.
A imprensa nacional repercutiu nesta sexta-feira (3) o envio do recurso do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) para o Supremo Tribunal Federal e aponta que esta é a 17ª ação a chegar à corte máxima do Poder Judiciário Brasileiro. Como apenas dois já foram julgados (o do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz e do deputado federal paraense Jader Barbalho), teoricamente existem 14 na sua frente.

A corrida contra o tempo do ex-governador é para que seu recurso seja julgado antes de fevereiro do ano que vem, quando acontece a posse dos novos senadores da República. Se o julgamento não acontecer até lá, que assume em seu lugar é o terceiro colocado, no caso o deputado federal Wilson Santiago (PMDB). O problema para Cássio é que no dia 17 de dezembro a corte entra em recesso de fim de ano e só retorna no ano que vem, o que deve atrasar ainda mais a análise do mérito.

Cássio teve 1.004.183 votos e foi o mais votado do Estado na disputa para senador pela Paraíba. Ele, contudo, teve sua candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba e pelo Tribunal Superior Eleitoral com base na nova Lei da Ficha Limpa.

O ex-governador tucano foi cassado em 2009 e alega que já cumpriu a pena, o que impediria que ele pagasse uma segunda pena por causa do mesmo caso.

Apesar da ação de Cássio ser o 15º na ordem de chegada no STF, esta ordem não precisa ser respeitada. Tão logo o relator (que ainda falta ser escolhido) pedir pauta de julgamento, ele passa a ser analisado pela corte colegiada.

Phelipe Caldas - MaisPB

Roberto pede polícia pacificadora em JP

O senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB) defendeu hoje, em entrevista a Rádio Correio, a instalação de unidades de polícia pacificadora para combater o tráfico de drogas em João Pessoa.

O parlamentar argumentou que algumas áreas da Capital já apresentam níveis elevados de violência, onde a polícia tem dificuldade de acesso.

“Não podemos permitir que João Pessoa se transforme em um mini-Rio de Janeiro, com o trafico dominando comunidades inteiras”, disse Cavalcanti, que também manifestou preocupação com a fuga de bandidos dos morros cariocas após a ocupação policial.

“Certamente vão migrar para algum lugar e devemos estar preparados para desencorajar a instalação no nosso Estado”, alertou.

O senador, que levou no primeiro semestre do ano para o Senado Federal a repercussão da campanha “Crack Jamais”, realizada pelo Sistema Correio em parceria com entidades civis, vê o crescimento do tráfico na Paraíba.

“Já virou uma crise epidêmica, que precisa ser combatida”, avalia, insistindo na necessidade de trazer, também para a Capital, o modelo adotado nas favelas cariocas.

“Deu certo lá, pode dar certo aqui e não há nada desabonador em copiar ações positivas”, finalizou.


Da Ascom do senador Roberto Cavalcanti

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Jader Barbalho pede renúncia à Câmara





O deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) entrou nesta terça (30) com pedido de renúncia ao mandato na Câmara. Ele teve a candidatura ao Senado barrada pela Lei da Ficha Limpa em todas as instâncias, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF). Jader Barbalho tinha recebido votos para se eleger ao Senado.

O parlamentar usa o fato de sua candidatura ao Senado ter sido barrada para justificar a nova renúncia. “Estou face à decisão do STF na extravagante situação de ser ao mesmo tempo elegível e inelegível”, afirma na carta de renúncia.

O deputado reclama que o mesmo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o diplomou deputado em 2006 agora o considera inelegível com base em um fato anterior àquela data.

O G1 entrou em contato com o gabinete de Barbalho, mas os funcionários não souberam dar informações sobre a renúncia. Também procurou o deputado por meio de um telefone celular, que estava desligado.

Barbalho foi barrado pela Lei da Ficha Limpa por ter renunciado em 2001 ao mandato de senador para escapar de um processo de cassação. Na ocasião, ele era investigado por supostos desvios de recursos no Banpará e na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Ele sempre negou as irregularidades.

O julgamento de Jader no Supremo foi permeado por um impasse. A votação terminou empatada em 5 a 5 sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa já nestas eleições. Posteriormente, no entanto, a maioria dos ministros entendeu que não houve maioria para derrubar a decisão do TSE que barrava Jader e, portanto, mantiveram o registro indeferido.
A carta de renúncia de Barbalho tem duas páginas e foi registrada em cartório ainda na segunda-feira (29), apesar de ter sido protocolada por dois assessores somente às 10h24 desta terça.

Nela, o deputado destaca o fato de ter recebido cerca de 1,8 milhões de votos na eleição para o Senado. Segundo ele, esses eleitores “rejeitaram a decisão do Tribunal Superior Eleitoral”, que decidiu pela inelegibilidade dele.

O parlamentar destaca que, o mesmo TSE que rejeitou a sua candidatura agora, o diplomou deputado em 2002 e 2006, já posteriormente à sua renúncia ao Senado. Barbalho, portanto, justifica a sua renúncia agora na Câmara como se fosse um protesto.

“Nada mais tenho a fazer na Câmara dos Deputados, já que para exercer o cargo tenho que ser um cidadão elegível, mas o TSE e o STF decidiram que, no momento, sou também inelegível e estou impedido de ocupar a cadeira para a qual fui eleito ao Senado Federal.

Ambas as Casas Legislativas formam o Congresso Nacional. Portanto, fui declarado um cidadão híbrido, isto é, elegível para exercer o mandato de deputado federal e inelegível para o exercício do cargo de senador da República”, diz Barbalho.

Ele afirma ainda que vai retornar ao Pará e que acredita na “via judicial” para corrigir a “violência política” de que se considera vítima.

Segundo a Secretaria-geral da Câmara, a carta de renúncia tem de ser lida em sessão plenária para que a decisão seja definitiva. Isso deve ocorrer ainda nesta tarde. Para o lugar de Barbalho, será convocada a suplente Ann Pontes (PMDB-PA).



Do G1

Procuradoria dá parecer contra recurso de Cássio no STF

A Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) emitiu ontem parecer contrário ao recurso extraordinário do ex-governador Cássio Cunha Lima, objetivando reverter impugnação do registro da sua candidatura ao Senado. O parecer com 9 páginas leva a assinatura da Vice-Procuradora Geral Eleitoral, Sandra Cureau.

Caberá agora ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, decidir pelo envio ou não do recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Cássio questiona a aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010. Ele obteve mais de 1 milhão de votos na disputa para o Senado, mas só poderá tomar posse se conseguir êxito no STF.


Pelo parecer da Procuradoria Geral Eleitoral, o caso do ex-governador se enquadra na Lei da Ficha Limpa. “O caso dos autos envolve hipótese de inelegibilidade, com fundamento na vida pregressa do candidato, prevista no parágrafo 9º do artigo 14 da Constituição da República”.


portal correio

Comentário do Blog: Recebi uma mensagem de celular afirmando que por ter sido barrado na Lei do Ficha Limpa, Jáder Barbalho(PMDB) do Pará pede renuncia do seu mandato na Câmara. Ele recebeu votos nas ultimas eleições para se eleger ao senado. O que observamos é que a Justiça está implacável com os chamados Fichas Sujas, mesmo tendo cumprido suas penas... do jeito que tá só um "milagre" fará Cássio Cunha Lima assumir a vaga de senador da Paraíba, apesar de ter sido contemplado com mais de um milhão de votos. O bicho ta pegando, e politico tem que ser homem sério para não ser escandalizado... Pq a Justiça não respeita vontade popular. Ela respeita o que afirma a Lei!!!!!!!!!!! Doa em quem doer!!!!!!!!!!!