segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Concursos em andamento oferecem quase 19 mil vagas Remunerações alcançam até R$ 27,5 mil. Há oferta de vagas para todo o país e para os mais diversos níveis e áreas de formação. Veja a lista atualizada dos concursos com inscrições abertas ou à espera de realização de provas



Há quase 19 mil vagas nos concursos em andamento em todo o país. A lista das seleções com inscrições abertas ou à espera da realização das provas reúne opções para todos os cantos do país, as mais variadas áreas e níveis de formação. Os salários chegam até a R$ 27,5 mil, caso do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (19 vagas) e do Ministério Público do Rio de Janeiro (38). Prefeituras de cidades como Goiânia, Palmas, Nova Erechim (SC), entre outras, sinalizam com remuneração superior a R$ 10 mil.
Nesta semana foram abertas as inscrições para dois dos mais aguardados concursos: o do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No caso do INSS estarão em disputa 950 vagas, para cargos de nível médio e superior, com salários de R$ 4.886,87 e R$ 7.496,09, respectivamente. A organização cabe ao Cebraspe, o antigo Cespe/UnB.
As vagas serão distribuídas da seguinte maneira: 150 para analista do seguro social com formação em serviço social e 800 para técnico do seguro social. Os cargos serão preenchidos no Distrito Federal e nos 26 estados. As inscrições seguem até 22 de fevereiro e podem ser feitas pelowww.cespe.unb.br/concursos/inss_2015. As provas objetivas devem ser aplicadas em maio.
Já o IBGE oferece 600 vagas (140 de nível superior e 460 de nível médio). A remuneração varia de R$ 3.319,45 a R$ 9.396,88. O concurso é organizado pela Fundação Getúlio Vargas (http://fgvprojetos.fgv.br/concursos). Os  cargos de nível superior são para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas e de tecnologista em informações geográficas e estatísticas. Para o nível médio, as vagas são para técnico em informações geográficas e estatística. As inscrições vão até o próximo dia 28.
Fonte: Congresso em Foco

Estimativa feita por economista indica que baixou de 56,6% para 54,6% a participação da classe C na pirâmide social brasileira



De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi mais sortudo do que um ganhador da Mega Sena, ao lucrar R$ 917 mil com ações no mercado de capitais. A comparação consta no documento enviado pela PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual o jornal Folha de S. Paulo teve acesso.
O lucro decorrente dos investimentos de Cunha coincide com a geração de perdas a um fundo de pensão de servidores públicos do Rio de Janeiro. As negociações suspeitas ocorreram entre abril de 2004 e fevereiro de 2005, e chamaram a atenção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula e fiscaliza as atividades do mercado de valores mobiliários. A Comissão investigou o caso e concluiu que Cunha obteve “lucros indevidos” com papéis emitidos por fundos de investimento movimentados pela Prece – fundo de pensão dos funcionários da companhia de água do Rio, a Cedae.
A CVM constatou que o peemedebista alcançou uma taxa de sucesso de 100% nas operações no mercado de dólares e de 98% em outro papel. No período apurado, Cunha atuou em 23 pregões.
“Para se ter uma ideia, a probabilidade de se obter uma taxa de sucesso de 98% ocorre em uma vez para cada 257 septilhões. Sabendo-se que a chance de ganhar a Mega Sena quando se faz a aposta mínima é de 1 em 50 milhões, verifica-se que a chance de uma taxa de sucesso de 98% é praticamente nula e decorre claramente de uma fraude”, avalia a PGR ao analisar as conclusões da CVM sobre o caso.
No inquérito aberto pela CVM, o presidente da Câmara se defendeu dizendo que seu excelente desempenho do mercado de ações é resultado de operar “com convicção”.
Fonte: Congresso em Foco

Com crise, quase 4 milhões voltam às classes D e E Segundo estimativa divulgada pelo Valor Econômico, 3,7 milhões de brasileiros deixaram a classe C devido ao aumento do desemprego e à queda de seus rendimentos no ano passado

Estimativa feita por economista indica que baixou de 56,6% para 54,6% a participação da classe C na pirâmide social brasileira

O aumento do desemprego e a queda nos rendimentos dos brasileiros já mostram efeito sobre o processo de mobilidade social em curso no país de meados de 2004 a 2014, informa a reportagem do Valor Econômico.
Estudo feito pela economista do Bradesco Ana Maria Barufi estima que, entre janeiro e novembro do ano passado, a participação da classe C na pirâmide social caiu dois pontos percentuais. Baixou de 56,6% para 54,6%. Com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), Ana Maria estima que 3,7 milhões de pessoas deixaram a classe C.
Esse grupo migrou para as classes D e E, segundo a economista. A participação da classe D avançou de 16,1% para 18,9%. No caso da E, o avanço foi de 15,5% para 16,1% no mesmo período. Devido ao agravamento da crise, ela acredita que a classe C tende a voltar a responder por menos da metade da população do país, retomando o nível registrado até 2010.
De acordo com os cortes de renda utilizados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), em 2015, a classe C reúne famílias com renda mensal entre R$ 1.646 e R$ 6.585, já a D, entre R$ 995 e R$ 1.646. A classe E tem renda familiar até R$ 995, informa o Valor.
A economista observa que não há perspectiva de reversão desse quadro em curto prazo, já que o aprofundamento da crise tende a atingir de forma mais intensa as classes mais baixas. A inflação superior a 10% no acumulado dos últimos 12 meses prejudica ainda mais os brasileiros com menor renda. O resultado, explica Ana Maria Barufi, é que a desigualdade de renda deve voltar a crescer no país nos próximos anos.

Sisu terá aplicativo para auxiliar candidatos Tecnologia Ferramenta enviará mensagens com informações individualizadas e possibilitará aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC

Ferramenta vai possibilitar aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC

O Ministério da Educação (MEC) lançou um aplicativo para os participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições começam segunda-feira (11). A ferramenta, desenvolvida para celular e tablet, promete enviar mensagens com informações individualizadas e possibilitar aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC. Segundo o ministério, a intenção é melhorar a comunicação com os candidatos.
O app está disponível para download nos sistemas operacionais Android, Windows e IOS e, ao ser instalado, faz uma autenticação dos dados do usuário: com o número de inscrição e a senha usados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015, o candidato fará as opções de curso na página do Sisu na internet. Depois, deve fazer a assinatura no boletim de inscrição, no aplicativo disponível nas lojas virtuais. A partir daí, uma comunicação direcionada começa a ser estabelecida, de acordo com os interesses do estudante. Mensagens, alertas e notificações serão encaminhadas ao aplicativo.
A ferramenta é gratuita e oferece consultas a vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior, além de uma calculadora eletrônica, que permite simular a classificação parcial. O aplicativo oferece também uma agenda na qual o usuário pode inserir alertas e lembretes, desde as datas de inscrição até a convocação da lista de espera.

Fonte:Agência Brasil


Inscrições para o Sisu estão abertas e vão até quinta-feira Ensino superior Na 1ª edição de 2016, programa vai oferecer 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.

A partir desta segunda-feira (11) estão abertas as inscrições para a primeira edição de 2016 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições vão até quinta-feira (14) e são feitas exclusivamente pela internet, no site do Sisu. Nesta edição, o programa vai oferecer 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.
Pode se inscrever o estudante que participou da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não zerou a prova de redação. É necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem de 2015.
Ao se inscrever no Sisu, o participante pode escolher até duas opções de curso, por ordem de preferência. É possível mudar essas opções durante todo o período de inscrição. O candidato também precisa definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência, às reservadas à lei federal de cotas ou àquelas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições de ensino superior.
Uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte que é a menor nota para o estudante ter a chance de ficar entre os potencialmente selecionados. Ela é calculada para cada curso com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência. O número é apenas uma referência para o candidato monitorar sua inscrição e não garante seleção para as vagas ofertadas.
O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro. Os selecionados deverão fazer a matrícula na instituição nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada regular.
Quem não foi selecionado ou foi selecionado apenas para sua segunda opção de curso pode aderir à lista de espera que estará disponível na página do Sisu na internet de 18 de janeiro até as 23h59 do dia 29. O interessado só pode se inscrever na lista de espera para o curso que marcou como primeira opção na inscrição. A convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições de ensino começa a partir do dia 4 de fevereiro.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação por meio do qual os estudantes participantes do Enem concorrem a vagas de ensino superior em instituições públicas. As notas do Enem foram divulgadas no dia 8 de janeiro.


Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Advogado vai recorrer contra decisão de Cunha sobre Temer Pedido de impeachment do vice-presidente foi arquivado pelo presidente da Câmara ontem. Autor do processo irá acionar o STF para tentar reverter a decisão

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Cunha arquivou ontem(QUARTA-FEIRA) o pedido de impeachment contra Temer
O advogado criminalista mineiro Mariel Marley Marra, autor do pedido de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, disse que irá recorrer da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que arquivou ontem (5) o processo. No pedido protocolado no último dia 21, o advogado argumenta que Temer – assim como a presidente Dilma – teria cometido crime de responsabilidade ao autorizar a abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional.
“Uma vez que o Cunha aceitou o pedido contra a Dilma fundamentado nessa questão, nada mais justo, nada mais natural que isso também fosse aceito contra o Michel Temer”, disse Mariel Marra ao Congresso em Foco.
O advogado afirma que não foi surpreendido pela decisão do presidente da Câmara. “Já esperava que o Cunha fosse arquivar esse pedido uma vez que ambos [Cunha e Temer] são do mesmo partido. É natural que ajam com corporativismo”, avalia. Mariel Marra já adiantou que entrará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para tentar reverter a decisão.
O objetivo do autor do pedido de impeachment contra Temer é provocar a convocação de novas eleições. De acordo com a Constituição Federal, isso só pode ocorrer caso a presidente Dilma e seu vice sejam afastados ainda na primeira metade deste mandato. Assim, o terceiro nome na linha sucessória – que é o presidente da Câmara – deverá convocar novas eleições em até 90 dias.
Este foi o segundo pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer arquivado por Eduardo Cunha. O primeiro, protocolado no dia 9 de dezembro pelo deputado Cabo Daciolo (Sem partido-RJ), foi arquivado no dia 23 do mesmo mês. Nele, Daciolo também defendia que Temer teria cometido crime de responsabilidade ao assinar decretos de abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso.
Fonte:Congresso em Foco