segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Sisu terá aplicativo para auxiliar candidatos Tecnologia Ferramenta enviará mensagens com informações individualizadas e possibilitará aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC

Ferramenta vai possibilitar aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC

O Ministério da Educação (MEC) lançou um aplicativo para os participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições começam segunda-feira (11). A ferramenta, desenvolvida para celular e tablet, promete enviar mensagens com informações individualizadas e possibilitar aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC. Segundo o ministério, a intenção é melhorar a comunicação com os candidatos.
O app está disponível para download nos sistemas operacionais Android, Windows e IOS e, ao ser instalado, faz uma autenticação dos dados do usuário: com o número de inscrição e a senha usados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015, o candidato fará as opções de curso na página do Sisu na internet. Depois, deve fazer a assinatura no boletim de inscrição, no aplicativo disponível nas lojas virtuais. A partir daí, uma comunicação direcionada começa a ser estabelecida, de acordo com os interesses do estudante. Mensagens, alertas e notificações serão encaminhadas ao aplicativo.
A ferramenta é gratuita e oferece consultas a vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior, além de uma calculadora eletrônica, que permite simular a classificação parcial. O aplicativo oferece também uma agenda na qual o usuário pode inserir alertas e lembretes, desde as datas de inscrição até a convocação da lista de espera.

Fonte:Agência Brasil


Inscrições para o Sisu estão abertas e vão até quinta-feira Ensino superior Na 1ª edição de 2016, programa vai oferecer 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.

A partir desta segunda-feira (11) estão abertas as inscrições para a primeira edição de 2016 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições vão até quinta-feira (14) e são feitas exclusivamente pela internet, no site do Sisu. Nesta edição, o programa vai oferecer 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.
Pode se inscrever o estudante que participou da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não zerou a prova de redação. É necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem de 2015.
Ao se inscrever no Sisu, o participante pode escolher até duas opções de curso, por ordem de preferência. É possível mudar essas opções durante todo o período de inscrição. O candidato também precisa definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência, às reservadas à lei federal de cotas ou àquelas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições de ensino superior.
Uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte que é a menor nota para o estudante ter a chance de ficar entre os potencialmente selecionados. Ela é calculada para cada curso com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência. O número é apenas uma referência para o candidato monitorar sua inscrição e não garante seleção para as vagas ofertadas.
O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro. Os selecionados deverão fazer a matrícula na instituição nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada regular.
Quem não foi selecionado ou foi selecionado apenas para sua segunda opção de curso pode aderir à lista de espera que estará disponível na página do Sisu na internet de 18 de janeiro até as 23h59 do dia 29. O interessado só pode se inscrever na lista de espera para o curso que marcou como primeira opção na inscrição. A convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições de ensino começa a partir do dia 4 de fevereiro.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação por meio do qual os estudantes participantes do Enem concorrem a vagas de ensino superior em instituições públicas. As notas do Enem foram divulgadas no dia 8 de janeiro.


Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Advogado vai recorrer contra decisão de Cunha sobre Temer Pedido de impeachment do vice-presidente foi arquivado pelo presidente da Câmara ontem. Autor do processo irá acionar o STF para tentar reverter a decisão

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Cunha arquivou ontem(QUARTA-FEIRA) o pedido de impeachment contra Temer
O advogado criminalista mineiro Mariel Marley Marra, autor do pedido de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, disse que irá recorrer da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que arquivou ontem (5) o processo. No pedido protocolado no último dia 21, o advogado argumenta que Temer – assim como a presidente Dilma – teria cometido crime de responsabilidade ao autorizar a abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional.
“Uma vez que o Cunha aceitou o pedido contra a Dilma fundamentado nessa questão, nada mais justo, nada mais natural que isso também fosse aceito contra o Michel Temer”, disse Mariel Marra ao Congresso em Foco.
O advogado afirma que não foi surpreendido pela decisão do presidente da Câmara. “Já esperava que o Cunha fosse arquivar esse pedido uma vez que ambos [Cunha e Temer] são do mesmo partido. É natural que ajam com corporativismo”, avalia. Mariel Marra já adiantou que entrará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para tentar reverter a decisão.
O objetivo do autor do pedido de impeachment contra Temer é provocar a convocação de novas eleições. De acordo com a Constituição Federal, isso só pode ocorrer caso a presidente Dilma e seu vice sejam afastados ainda na primeira metade deste mandato. Assim, o terceiro nome na linha sucessória – que é o presidente da Câmara – deverá convocar novas eleições em até 90 dias.
Este foi o segundo pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer arquivado por Eduardo Cunha. O primeiro, protocolado no dia 9 de dezembro pelo deputado Cabo Daciolo (Sem partido-RJ), foi arquivado no dia 23 do mesmo mês. Nele, Daciolo também defendia que Temer teria cometido crime de responsabilidade ao assinar decretos de abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso.
Fonte:Congresso em Foco

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Sisu tem lista de vagas abertas para consulta; nota do Enem sai na sexta Distribuição por cursos e instituições pode ser vista no site do programa. Inscrições começam no dia 11; há 228 mil vagas em 131 instituições.

Os interessados em se candidatar na primeira edição do Sisu de 2016 já podem consultar as vagas disponíveis,com a distribuição por cursos e instituições, na página do programa. A consulta foi aberta na quarta (6), mas as inscrições terão início apenas na segunda (11).
A primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2016 vai disponibilizar 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior. A seleção por meio do sistema vai tomar como base as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que serão divulgadas na sexta-feira (8).
As inscrições no Sisu começam no dia 11 de janeiro e vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 14 de janeiro.
Para disputar as vagas os candidatos precisam, necessariamente, ter participado da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter obtido nota na prova de redação que não seja zero.
O Sisu é um sistema eletrônico gerenciado pelo MEC que seleciona os alunos, de acordo com o desempenho no Enem. O estudante pode se inscrever em até duas opções de vagas. Durante o período de inscrição é possível verificar a nota de corte de cada curso e mudar a candidatura, otimizando as chances de aprovação.
O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro na página do Sisu e nas instituições de ensino superior. As matrículas ocorrem nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada.
Entre os dias 18 de janeiro e 29 de janeiro os candidatos que não foram convocados para sua primeira opção podem manifestar interesse em aderir a lista de espera. Caso sobrem vagas, as instituições poderão convocar os alunos da lista.
Pelo Sisu, os candidatos que fizeram o Enem disputam vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.
G1 São Paulo

Delegados fazem abaixo-assinado contra cortes da PF Delegados federais aprovam novo manifesto contra o corte de R$ 133 milhões no orçamento da PF para este ano. Documento acusa governo de fazer acordo com relator para reduzir previsão orçamentária

Delegados da Polícia Federal aprovaram um novo manifesto e voltaram a pressionar o governo contra o corte de R$ 133 milhões no orçamento da PF para este ano. O documento está em fase de coleta de assinaturas e será entregue ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na última semana deste mês
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A Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) já havia elaborado uma carta com teor semelhante, encaminhada ao ministro Cardozo no fim do ano passado, assinada apenas pelos diretores. Agora, o texto foi ampliado e se transformará numa espécie de abaixo-assinado para aumentar a pressão política e tentar reverter o corte orçamentário.
Os delegados acusam o governo de fazer um acordo com o relator do Orçamento no Congresso, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para concretizar o corte de investimentos e custeio da PF.
O manifesto enfatiza que, com um orçamento reduzido, a PF não terá condições de detectar desvios de dinheiro público tal como aconteceu na Operação Lava Jato, que já recuperou R$ 2,5 bilhões, e na Operação Zelotes, que, segundo estimativas da organização, evitou que outros R$ 25 bilhões fossem desviados.
“Não é possível concordar com os cortes e contingenciamentos impostos à Polícia Federal, visto que, mais do que despesas, os recursos aportados na instituição representam investimento em um dos mais relevantes direitos da cidadania – a segurança – sem o qual não é possível exercer, em sua plenitude, nenhum dos demais direitos individuais”, diz o manifesto.
A alternativa ao corte orçamentário proposta pela ADPF é a aprovação de uma emenda constitucional que garante a autonomia financeira e administrativa da instituição.
“O ajuste fiscal do governo não pode ser feito com sacrifício da Polícia Federal”, argumenta Carlos Sobral, presidente da associação.
Fonte:Congresso em foco

Aprovar a CPMF é questão de saúde pública, diz Dilma. Presidenta também comentou que o país precisará de reformas, como a administrativa e a da Previdência. “O Brasil vai ter que encarar a reforma da Previdência”

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7), durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, que a aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é questão de “saúde pública”.
“Não é questão só de reequilíbrio fiscal, mas também é questão de saúde pública. Aprovar a CPMF pode ajudar a resolver o problema da saúde pública no país”, afirmou.
A presidenta também comentou que o país precisará de reformas, como a administrativa e a da Previdência. “O Brasil vai ter que encarar a reforma da Previdência”, disse.
Perguntada sobre denúncias de corrupção em seu governo, ela disse que foi “virada do avesso”. “Podem continuar me virando do avesso. Não paira sobre mim nenhum embaçamento”.
Dilma também afirmou que sua relação com o vice-presidente Michel Temer está “ótima”.
Congresso em Foco