Moradores e lojistas da Avenida Dom Pedro II no Centro de Guarabira
estão comemorando o fim dos alagamentos que por décadas os prejudicaram.
Isso só foi possível graças a obra de drenagem que a Prefeitura de
Guarabira através da administração “Compromisso com o futuro” está
realizando no local.
Com as chuvas constantes caídas nos últimos dias foi possível perceber
que a obra é eficaz, captando as águas através da rede de galerias, logo
após conduzidas pelo percurso de tubos para desaguarem no Rio Guarabira
pelo gabião construído nas proximidades da Rua Getúlio Vargas.
Esta é apenas a primeira etapa da obra considerada por muitos a mais
importante para a cidade nos últimos tempos. Em breve serão iniciados os
trechos referentes a Avenida Cônego João Gomes Maranhão e ao Mercado
Público, que, como a primeira etapa, resolverão de vez o problema das
enchentes no Centro do município, de acordo com intenção do prefeito
Zenóbio Toscano.
Vendo que o serviço está dando resultado, a população tem comemorado
bastante, inclusive através das redes sociais, onde manifestam sua
satisfação com postagens referentes ao fim das inundações.
Codecom-PMG
quinta-feira, 2 de julho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Senado aumenta pena e crime contra policiais poderá ser hediondo e qualificado Presidente do Senado, Renan Calheiros, destacou que o projeto é fruto de um acordo no Senado e classificou a matéria como um avanço para a segurança pública do país
O assassinato de policiais civis, militares, rodoviários e federais,
além de integrantes das Forças Armadas, da Força Nacional de
Segurança e do Sistema Prisional, seja no exercício da função ou
em decorrência do cargo ocupado, agora será considerado crime
hediondo e qualificado.
É o que determina o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 19/2015,
É o que determina o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 19/2015,
aprovado pelo Plenário do Senado na tarde desta quinta-feira (11).
O texto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados no final
de março e agora segue para sanção.
Do deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ), o projeto altera
Do deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ), o projeto altera
o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) e a Lei dos Crimes Hediondos
(8.072/1990) para qualificar o delito.
O agravamento da pena previsto no texto alcança o crime praticado
O agravamento da pena previsto no texto alcança o crime praticado
contra o cônjuge, companheiro ou parente até 3º grau do agente
público de segurança, quando o ilícito for motivado pela ligação familiar.
Em todos esses casos, a pena será de reclusão de 12 a 30 anos.
Em todos esses casos, a pena será de reclusão de 12 a 30 anos.
Hoje, a pena de homicídio simples varia de seis a 20 anos de prisão.
O projeto estabelece também que a lesão corporal cometida contra
agentes de segurança em serviço, e seus parentes, será aumentada
de um a dois terços.
A proposta tramitou em regime de urgência no Senado – o que permite
A proposta tramitou em regime de urgência no Senado – o que permite
o projeto avançar etapas e prazos. Por isso, o relator da Comissão de
Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Alvaro Dias (PSDB-PR),
adiantou seu voto favorável ainda na quarta-feira, no Plenário.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, destacou que o projeto é fruto
O presidente do Senado, Renan Calheiros, destacou que o projeto é fruto
de um acordo no Senado e classificou a matéria como um avanço para a
segurança pública do país. Segundo Renan, a proposta não vai resolver
por completo a questão da violência, mas representa um "passo importante".
Ele acrescentou que a segurança pública pede ações profundas como a
Ele acrescentou que a segurança pública pede ações profundas como a
repactuação das responsabilidades e a definição de fontes permanentes
para o setor.
- Há uma cobrança muito forte da sociedade. O Parlamento há anos estava
- Há uma cobrança muito forte da sociedade. O Parlamento há anos estava
devendo avanços sobre esse assunto – afirma.
Deputados aprovam mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos Mudança cria regra de transição pela qual, nas eleições de 2018, os mandatos de deputados (distritais, estaduais e federais), de governadores e de presidente da República ainda serão de quatro anos
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10),
por 348 votos a 110, o mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos.
A mudança, prevista em emenda aglutinativa à proposta da reforma política
(PEC 182/07, do Senado), cria uma regra de transição pela qual, nas eleições
de 2018, os mandatos de deputados (distritais, estaduais e federais), de
governadores e de presidente da República ainda serão de quatro anos.
O mandato de prefeitos e vereadores eleitos em 2016 também continuará
a ser de quatro anos. Essa definição teve o voto favorável de 419 deputados
e 8 contra. Assim, apenas em 2020 valerá o mandato de cinco anos nas
eleições municipais e em 2022 para as eleições gerais.
No caso dos senadores, aqueles eleitos em 2018 terão nove anos de mandato
para que, em 2027, as eleições gerais sejam com mandatos de cinco anos
também para o Senado. O mandato atual de senadores é de oito anos.
Eleições coincidentes
Após aprovar o mandato de cinco anos, o Plenário rejeitou, por 225 votos
a 220, emenda que previa a coincidência das eleições municipais e gerais.
Dessa forma, pelo fato de o mandato passar a ser um número ímpar, haverá
pleitos a cada dois ou três anos: em 2016 (municipais), 2018 (gerais), 2020
(municipais), 2022 (gerais), 2025 (municipais), 2027 (gerais), 2030 (municipais)
e sucessivamente.
Havia outras emendas que propunham mandatos maiores (seis anos) ou
menores (dois anos) para prefeitos e vereadores a fim de fazer coincidir
as eleições.
Entretanto, com a rejeição da tese da coincidência, elas foram prejudicadas
e não chegaram a ser votadas.
Congresso em Foco
Câmara mantém voto obrigatório; veja a votação Sugestão de reforma política foi rejeitada por 311 votos a 134. Com o resultado, mantém-se facultativo o alistamento eleitoral para analfabetos, pessoas com mais de 70 anos e eleitores com idade entre 16 e 18 anos
Deputados rejeitaram, por 311 votos a 134, a proposição que pretendia
pôr fim à obrigatoriedade do voto em eleições no país. A sugestão foi
apresentada pelo líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), à
proposta de emenda à Constituição que promove areforma política no
Congresso (PEC 182/07, que teve origem no Senado) e é capitaneada
pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Com a rejeição do texto de Picciani, mantém-se na Constituição o voto e
o alistamento eleitoral obrigatórios para maiores de 18 anos. Da mesma
forma, continua facultativo na Carta Magna o alistamento para analfabetos,
pessoas com mais de 70 anos e eleitores com idade entre 16 e 18 anos.
DEM, PPS e PV se posicionaram a favor do voto facultativo, apoiando o texto
de Picciani. Apenas o PMDB liberou sua bancada, deixando seus representantes
livres para votar como bem decidiram, ao passo em que todos os demais partidos
defenderam a manutenção do voto obrigatório no Brasil.
Argumentação
Mesmo tendo liberado sua bancada, Picciani apelou aos pares com o argumento
de que o eleitor deve decidir se quer votar. “Mais vale um pleito com eleitores que
se mobilizaram e que criam afinidade com um partido, com uma proposta, com um
candidato, do que uma massa que vai obrigada às urnas, sem ter formado opinião
sobre as propostas e os candidatos”, discursou o líder peemedebista.
Por seu turno, o líder do Psol, Chico Alencar (RJ), argumentou ser um equívoco
acreditar que o voto facultativo eliminaria a compra de voto e os chamados
currais eleitorais – influência de lideranças políticas locais junto ao eleitorado
dos respectivos redutos. “É melhor manter o sistema como está, até porque a
experiência de outros países que adotam o voto facultativo mostra que há prevalência
do poder econômico”, observou Chico. “Quem não quiser participar das eleições
paga a multa irrisória, e a vida segue.”Já o deputado Sandro Alex (PPS-PR) lembrou
que a obrigatoriedade do voto já deixou de ser aplicada em mais de 200 países.
“Em pouco mais de 20 países o voto é obrigatório, entre os quais o Brasil. Mas por
que a legislação obriga a presença do cidadão na urna?”, ponderou Alex, acrescentando
que o alistamento eleitoral já garante a inscrição do eleitor nos pleitos. “A ausência na
urna deve ser uma opção do cidadão.”
Congresso em Foco
quarta-feira, 10 de junho de 2015
CPI do HSBC: Randolfe quer que presidente explique fechamento do banco
Nesta terça, a direção do banco britânico anunciou a intenção de encerrar as atividades no Brasil. Randolfe, que sugeriu a criação da CPI, lembrou que o presidente do HSBC no Brasil, André Guilherme Brandão, negou que houvesse tal intenção.
| O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) |
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse à Rádio Senado, na manhã
desta terça-feira (09) , que pretende apresentar um requerimento para convocar
novamente o presidente do HSBC no país, André Guilherme Brandão, para prestar
esclarecimentos à CPI que investiga contas de brasileiros na filial suíça da instituição.
Nesta terça, a direção do banco britânico anunciou a intenção de encerrar as
atividades no Brasil. Randolfe, que sugeriu a criação da CPI, lembrou que o
executivo, quando ouvido pela comissão, negou que houvesse tal intenção.
Na opinião do Senador, o anúncio do HSBC é mais uma demonstração de
que o banco operou de modo irregular.
“Nós já estávamos monitorando essa possibilidade (de fechamento do banco)
e inclusive perguntamos isso ao presidente do HSDB quando ele esteve depondo
na CPI. Ele, na CPI, negou que isso viesse a se concretizar. O que no meu entender
fica patente que ele mentiu”, disse Randolfe à Rádio Senado.
Para o senador, porém, o tema não deve desviar a atenção principal da CPI,
que é investigar as contas brasileiras no exterior. No entanto, ele admitiu que
a CPI precisa aprofundar as investigações. Para ele, nas últimas três semanas,
a CPI não conseguiu avançar nas investigações. “Ela não consegue ouvir mais
ninguém. Ela não quebra sigilo bancário, fiscal e tem fatos e evento acontecendo
a todo o momento que impunha a necessidade da CPI se mexer”, disse Randolfe.
“A CPI tem que sair da inércia e avançar nas investigações”, resumiu Ranfolfe.
Com informações da Agência Senado.
Frei Anastácio anuncia processo contra radialistas que levantaram calúnia contra ele
O deputado estadual Frei Anastácio (PT) disse, hoje (9), na tribuna da Assembleia Legislativa, que irá processar radialistas e apresentadores que levantaram calúnia distorcendo entrevista que ele concedeu sobre a prisão dos acusados de matar um policial em Patos. “Fizeram o maior alarde, de forma negativa, com meu nome, tentando influenciar a opinião pública contra minha reputação”, disse Frei Anastácio.
Os radialistas disseram que o parlamentar iria acionar a Comissão de Direitos Humanos para punir policiais que desfilarem com acusados de matar o cabo Ubirajara Moreira Dias, em Patos.
“Tudo que os radialistas disseram é mentira. Em nenhum momento eu disse que iria pedir punição para policiais. Essa foi uma forma covarde que esses comunicadores usaram para tentar jogar a polícia e a população contra mim. Teve um chamado Márcio Gomes, da rádio 92.9, que realizou até uma enquete para me jogar na “fossa”. No programa de Samuka Duarte, com participação de Emerson Machado, os dois também denegriram meu nome e não fazem o papel da boa imprensa que é de checar as informações antes de opinar”, disse o deputado.
Segundo Frei Anastácio, nessa forma de comunicação, os comunicadores confundem a liberdade de expressão, que está na Constituição Brasileira, com a “libertinagem de comunicação”. “Quero deixar bem claro, que eu não defendo e não defenderei bandido. Afinal de contas tenho feito discursos aqui em defesa da sociedade paraibana que está sendo aterrorizada pela bandidagem. Parabenizo a polícia pela ação rápida em elucidar o assassinato do Cabo”, disse o deputado.
Viagem ao interior
O parlamentar também registrou que durante o final de semana esteve em onze cidades nas regiões da Borborema, Seridó, Cariri, médio e alto sertão. Nessas cidades que visitei, os temas principais levantados pela população foram justamente a violência e a falta de água.
“Esse foi o quadro que encontramos nas cidades de Campina Grande, Soledade, Serra Branca, Junco do Seridó, São Mamede, Patos, Malta, Imaculada, Aparecida, no Distrito de São Gonçalo, em Sousa, e em Cajazeiras. Durante as visitas que fiz a trabalhadores acampados, assentados da reforma agrária, sindicalistas e lideranças petistas aproveitei para fazer um balanço das atividades do nosso mandato. Além disso, realizamos reflexões sobre a conjuntura política estadual e nacional”, disse o deputado.
Assessoria
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