segunda-feira, 16 de março de 2015

Roberto Paulino reúne-se com Tibério Limeira e pede balcão do Empreender PB para Guarabira

TIÃO GOMES SE IRRITA COM O FIM DAS COLIGAÇÕES: “QUEM SERVE DE ALUGUEL SÃO OS GRANDES. VEJA O PMDB”




O Senado Federal aprovou na última terça-feira (10) o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais e vereadores). O texto, do ex-senador José Sarney (PMDB), agora será discutido novamente em plenário em três sessões e será submetido à nova votação. O projeto, que foi aprovado em primeiro turno, caso seja aprovado em segundo turno, seguirá para análise do plenário da Câmara dos Deputados.
Entenda – O projeto do ex-senador José Sarney permite que apenas as alianças realizadas entre os partidos no processo eleitoral aconteçam nas eleições majoritárias, ou seja, para presidente, governadores e senadores. Desta forma, o voto dado no candidato de um determinado partido não poderá contribuir para a eleição do candidato de outra legenda.
A decisão não agradou ao deputado paraibano Tião Gomes(foto), presidente do PSL no estado. Inconformado, o líder partidário comentou a decisão do Senado, que, segundo ele, prejudica os partidos vistos como ‘nanicos’. “Estão tentando dar satisfação a opinião pública usando o argumento que os culpados são os pequenos partidos, e que as coligações proporcionais são o mal da nação e não é”, disse Tião. O parlamentar afirmou que as pequenas legendas são diferenciais dos grandes partidos, que, segundo ele, vivem envolvidos em escândalos. “Está aí o PMDB envolvido em escândalo, o PT envolvido em escândalo, o PSDB. Agora veja se tem algum partido pequeno! Não tem”, garantiu o presidente do PSL.
Tião Gomes concluiu dizendo que com essa decisão do Senado a presença dos partidos pequenos nas câmaras e assembleias será dificultada. “Isso está errado porque é uma maneira dos grandes [partidos] quererem tomar o poder dos pequenos e se perpetuar no poder”, argumentou. Questionado sobre a afirmação de que os partidos menores servem de “aluguel”, Tião foi incisivo: “Quem mais serve de aluguel são os grandes. Veja o PMDB por exemplo!”.
PB Agora

Professores fazem protesto em frente a Centro Administrativo para marcar início da greve em JP Professores reclamam que a prefeitura não demonstra interesse em atender a pauta de reivindicações da categoria


Professores decidiram pela greve em assembleia

Os professores da rede municipal de João Pessoa realizam, na manhã desta segunda-feira (16), um ato público em frente ao Centro Administrativo da cidade, no bairro de Água Fria, para marcar o início da greve da categoria e protestar contra o reajuste salarial de 3% oferecido pelo prefeito Luciano Cartaxo. Os professores reclamam que a prefeitura não demonstra interesse em atender a pauta de reivindicações da categoria. A greve dos professores tem início nesta segunda-feira e deve deixar cerca de 60 mil alunos sem aulas
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de João Pessoa (Sintem-JP), Daniel de Assis,criticou a proposta da prefeitura, afirmando que ela representa “um retrocesso na política salarial do magistério municipal”. Segundo o presidente da entidade, “a prefeitura não paga sequer o piso salarial para professores polivalente prestadores de serviço”. Conforme divulgado pelo sindicato, o valor pago para esses profissionais é R$ 1.052,00, enquanto a remuneração prevista no piso seria de R$ 1.198,61 para uma carga horária de 25 horas.
"Desde que a lei do piso foi estabelecida, as gestões municipais de Ricardo Coutinho e Luciano Agra nunca concederam reajuste em índice menor que o estabelecido pelo MEC", disse, acrescentando que outras Capitais que atravessam a mesma alegada crise econômica já o fizeram, num percentual de 13,01%. "Aqui nós cobramos 16% para continuar a política de valorização dos trabalhadores", declarou.
Além dos 16%, retroativo a janeiro, para ativos e aposentados e atualização do pagamento do piso salarial nacional para os professores prestadores de serviço (PS), os professores reivindicam reajuste no mesmo percentual na data base para os funcionários da educação e modificações do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), dentre elas a garantia do afastamento para cursar pós-graduação sem perdas, com ampliação do tempo das licenças e a progressão funcional para quem está em estágio probatório.
Portal correio

Após protestos, Dilma reúne novo grupo de articulação política Presidente convocou reunião no Planalto com Michel Temer e nove ministros. Ao G1, Pepe Vargas havia dito que protestos seriam avaliados no encontro.

Um dia após milhares de pessoas irem às ruas para protestar contra o governo, a presidente Dilma Rousseff se reuniu na manhã desta segunda-feira (16), no Palácio do Planalto, com o vice-presidente Michel Temer e ao menos nove ministros. Entre eles, os que compõem a cúpula do governo.
Em entrevista ao G1 na semana passada, o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, afirmou que a reunião desta segunda serviria para o governo analisar os protestos e os efeitos tanto na população quanto para o governo.
Ao todo, foram chamados ao gabinete de Dilma nesta segunda, além de Temer, o assessor especial da presidente Gilles Azevedo e nove ministros: Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Jaques Wagner (Defesa), Gilberto Kassab (Cidades), Eliseu Padilha (Aviação Civil), Eduardo Braga (Minas e Energia), Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia) e Pepe Vargas.
Na noite deste domingo (15), após o fim das manifestações, Rossetto e Cardozo concederam entrevista coletiva no Salão Leste do palácio na qual informaram que a presidente Dilma apresentará “nos próximos dias” uma série de medidas de combate à corrupção e à impunidade.
Ao longo de todo o domingo, a presidente se reuniu com ministros. Cardozo, Rossetto e Mercadante estiveram no Palácio da Alvorada, residência oficial, para informá-la sobre o andamento dos protestos e ocorrências. No Ministério da Justiça, servidores da pasta e da Secretaria-Geral acompanharam desde o início da manhã todas as movimentações pelas cidades do país.
G1/PB

segunda-feira, 9 de março de 2015

Sonda procura voo MH370 em área nove vezes maior que São Paulo

Temos que acreditar que encontraremos algo", diz Brady Hernandez, um americano do Estado da Louisiana, com um sotaque sulista "carregado". "Só não sabemos se vamos conseguir".Decorrido quase um ano e apesar de uma conta de dezenas de milhões de dólares, o maior mistério da história da aviação permanece sem resolução.
E Hernandez sabe disso melhor que ninguém. Ele é um dos coordenadores da equipe de buscas pelo voo MH370, da Malaysia Airlines.O americano fala no convés do Fugro Supporter, um dos quatro navios envolvidos na missão de tentar localizar o Boeing 777, desparecido desde março do ano passado, com 227 passageiros e 12 tripulantes a bordo.Ele parece bem relaxado para alguém que acaba de voltar para o porto de Perth, na Austrália, depois de sete semanas em alto-mar, no Oceano Índico.

Seis dias

"Não é tão ruim assim", diz Hernandez, sorrindo.
Mas é. A zona de buscas pelo MH370 é um dos locais mais remotos do mundo. Fica a 1.800 km da costa Oeste da Austrália e apenas a jornada marítima até a região dura seis dias, mesmo com os navios em velocidade máxima.Na mais recente viagem, a tripulação de 40 pessoas do Fuggro Suppporter passou por maus bocados.
"O mar estava revolto e havia muitos ventos", lembra Mike Dixon.
Dixon, um ex-oficial da Marinha Britânica, conta que o navio enfrentou dois ciclones que fizeram as ondas chegarem a 15 metros de altura.
O Fugro Supporter enfrentou dois ciclones e ondas de 15m de altura no Oceano Índico© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 O Fugro Supporter enfrentou dois ciclones e ondas de 15m de altura no Oceano Índico
O mau tempo é apenas um dos fatores que dificultam ainda mais a missão de busca.
Para começar, a área de buscas é calculada de acordo com os últimos dados de satélite sobre a localização do avião. E tem 60 mil quilômetros quadrados.E o equipamento de buscas submarinas opera em velocidades comparáveis a de uma caminhada.

"Nove São Paulos"

Imagine, então, alguém caminhar por uma área quase nove vezes maior que a região metropolitana de São Paulo à procura de alguma coisa. E agora imagine fazê-lo em águas de até 5 mil metros de profundidade.
"Temos um alvo muito pequeno numa área muito extensa", diz Dixon."Um avião pode parecer grande quando alguém o vê no solo, mas em relação à area em que o estamos procurando este avião é bem pequeno".
E a área de buscas é apenas parte do que se acredita ser a rota que o MH370 pode ter percorrido - o avião desviou do plano de voo original, entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim.Um erro mínimo nos cáculos pode simplesmente significar que os navios estão procurando pelo Boeing 777 no lugar errado.
Sendo assim, é preocupante pensar que mais de 40% da chamada "zona prioritária" tenham sido vasculhados e nada encontrado. Mas para as equipes envolvidas nas buscas, não faz sentido pensar de forma negativa."Se a orientação foi que a atual zona é o melhor lugar para procurarmos o avião, então temos que fazê-lo", diz Brady Hernandez.
Os navios usam dois tipos de equipamentos. O primeiro é chamado tow fish, um sonar submarino atrelado ao um cabo de 10 km de comprimento. É usado para mapear o fundo do oceano.Se o tow fish detecta algo de interesse, as equipes de resgate podem enviar um submarino-robô, chamado de AUV, e que custa US$ 10 milhões.
O veículo é ocupado com uma câmera em preto e branco, além de sonar e sensores que podem detectar na água vestígios de óleo, combustível de avião e outros produtos químicos.O problema é que o mini-submarino não pode ser usado em dias de tempo ruim, pois ele não fica atrelado ao barco e pode se perder.
Por isso, vários dias de busca foram perdidos por causa de tempestades.Os custos das buscas podem ter passado de US$ 40 milhões, segundo estimativas da BBC.Durante a semana, o premiê australiano, Tony Abbott, deu a entender que os esforços de busca poderão ser reduzidos e que "não poderão continuar para sempre".
BBC Brasil

Bebê é retirada viva de carro semi-submerso 14 horas após acidente

Criança fica 14 horas pendurada de cabeça par abaixo próxima da água gelada em carro inundado.

© Foto: AP Criança fica 14 horas pendurada de cabeça par abaixo próxima da água gelada em carro inundadoUma criança de pouco mais de um ano de idade sobreviveu a um acidente automobilístico e ficou por 14 horas dentro de um carro parcialmente submerso em um rio nos Estados Unidos.



A menina de 18 meses foi encontrada pendurada de cabeça para baixo logo acima da água.
Ela foi achada por um pescador na tarde de sábado.
A mãe do bebê dirigia por uma rodovia do Estado de Utah quando o carro bateu em
uma barreira de cimento e caiu no rio. 
O acidente ocorreu durante a noite e por isso ninguém percebeu o que
havia acontecido até o dia seguinte.Bombeiros levaram a criança para um hospital 
em Salt Lake City, onde sua condição de saúde melhorou de crítica para estável.
A mãe, Lynn Groesbeck, de 25 anos, foi encontrada morta no banco do motorista.

Tarde da noite

Segundo o policial Cory Slaymaker, Groesbeck havia visitado seus pais na sexta-feira e
saiu da casa deles por volta de 22h30.O acidente aconteceu quando ela voltava para sua cidade, Springville.O pescador só encontrou o veículo, parcialmente submerso, por volta de 12h30 
do dia seguinte. "Os parentes não perceberam que elas estavam desaparecidas”, afirmou Slaymaker.Três policiais e quatro bombeiros que entraram no rio Spanish Fork para prestar 
Socorro foram depois hospitalizados com hipotermia.A polícia disse que não daria mais detalhes 
do caso
BBC Brasil