segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Em sessão extraordinária, ALPB elege presidente para 2017/2018 Gervásio Maia (PMDB) encabeçou a única chapa inscrita na sessão. Eleição aconteceu sem a presença de 13 deputados no plenário.

Gervsário Maia foi eleito presidente da ALPB para o biênio 2017/2018 (Foto: Diogo Almeida / G1)
Gervsário Maia foi eleito presidente da ALPB para o biênio 2017/2018 (Foto: Diogo Almeida / G1)
Em sessão extraordinária realizada na tarde deste domingo (1º) com chapa única, o deputado Gervásio Maia (PMDB) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba para o biênio 2017/2018. Apesar da eleição ter sido realizada em clima mais tranquilo do que o registrado na eleição para a Mesa Diretora do biênio 2015/2016, que elegeu Adriano Galdino (PSB), ela foi realizada sem a presença de 13 deputados, que se retiraram da casa logo após a sessão extraordinária ser aprovada no plenário.
Os 23 votos registrados foram para Gervásio, quando o mínimo necessário era de 19 votos, quantidade alcançada por Adriano Galdino, na votação que aconteceu mais cedo. Gervásio assume o cargo em fevereiro de 2017.
"Eu afirmava que era preciso enxergar que a maioria deve ser respeitada. Essa eleição me traz muita alegria e responsabilidade, já que nunca tive oportunidade de ocupar um lugar na mesa diretora", destacou o deputado. Em relação à diferença no número de votos em relação a Adriano Galdino, ele diz que não teve oportunidade de conversar com os colegas que votaram nele e não em Adriano, mas acredita que isso só fortalece seu trabalho.
A chapa eleita junto com o deputado é formada pelos deputados Bosco Carneiro (1º vice presidente), Inácio Falcão (2º vice presidente), Genival Maria (3º vice presidente), Edmilson Soares (4º vice presidente), Ricardo Barbosa (1º secretário), Branco Mendes (2º secretário), Galego Sousa (3º secretário), Jeová Campos (4º secretário), Lindolfo Pires (1º suplente), Doda de Tião (2º suplente), Tião Gomes (3º suplente), Buba Germano (4º suplente).
A primeira sessão de eleição deste domingo foi bastante tumultuada e só terminou seis horas e meia depois da sessão de posse dos novos 36 deputados estaduais e elegeu o deputado Adriano Galdino (PSB) presidente da ALPB. Ao todo, o deputado obteve 19 votos contra 17 para o deputado estadual Ricardo Marcelo.
Fonte: G1 Paraíba

Depois de mais de 6 horas de sessão, ALPB elege presidente para 2015/2016 Deputado Adriano Galdino foi eleito presidente da casa. Eleição aconteceu após uma sessão preparatória tumultuada.

Deputado estadual Adriano Galdino (PSB) é eleito presidente da ALPB para o biênio 2015/2016 (Foto: Diogo Almeida / G1)Deputado estadual Adriano Galdino (PSB) é eleito presidente da ALPB (Foto: Diogo Almeida / G1)






Depois de uma sessão preparatória tumultada, o deputado estadual Adriano Galdino (PSB) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba na tarde deste domingo 1º). Ao todo, o deputado obteve 19 votos contra 17 para o deputado estadual Ricardo Marcelo.
Adriano Galdino (PSB) nasceu em Campina Grande no dia 21 de outubro. Engenheiro e advogado, foi vereador e depois prefeito do município de Pocinhos. Foi eleito deputado em 2010 e reeleito nas eleições de 2014. O deputado também ocupou a Secretaria de Estado de Governo e era o candidato do governador Ricardo Coutinho para a presidência da Casa de Epitácio Pessoa.
Em seu primeiro discurso, antes de dar posse à Mesa Diretora eleita com ele, Adriano Galdino considerou que sua eleição foi um processo doloroso, difícil, "mas sai vitorioso". "A Assembleia agora tem um presidente genuinamente do povo", declarou.
Eleição da Mesa Diretora da ALPB acontece através de votos com cédulas de papel (Foto: Diogo Almeida / G1)Eleição foi feita com urnas tradicionais e cédulas
de papel (Foto: Diogo Almeida / G1)
A chapa eleita com Galdino é composta pelos deputados João Henrique (vice presidente), Tião Gomes (2º vice-presidente), Anísio Maia (3º vice-presidente), Zé Paulo (4º vice-presidente), Nabor Wandeley (1º secretário), Caio Roberto (2º secretário), Jeová Campos (3º secretário), Buba Germano (4º secretário),  Doda de Tião (1º suplente), Galego Sousa (2º suplente), Inácio Falcão (3º suplente), Genival Matias (4º suplente).
A sessão de eleição da Mesa Diretora foi iniciada depois seis horas e meia do começo da sessão de posse dos 36 deputados, que aconteceu na manhã de domingo. A votação durou exatamente meia hora e a contagem dos votos, coordenada pelo deputado Manoel Ludgério (PSD) teve início às 16h30 (horário local), com o processo completo se encerrando às 16h36h (horário local).
Houve muito debate em torno do uso ou não do sistema eletrônico da casa, o que foi descartado porque o sistema foi danificado durante o processo de cadastro dos deputados novos para que estivessem aptos a usar o voto eletrônico. Com isso, o deputado Ricardo Marcelo chegou a anunciar que a eleição estava adiada para a segunda-feira (2), mas a decisão de realizar a eleição com cédulas de papel foi fruto de um acordo entre deputados membros das duas chapas candidatas. 
Urna quebrada
Ricardo Marcelo apontou o deputado Tião Gomes (PSL) como responsável pelo problema que foi registrado no sistema. "Não quebrei o equipamento, apenas deliguei", disse o deputado. "Essa eleição tinha tudo pra ser fraudada. Nenhum deputado foi chamado para acompanhar esse processo na urna", justificou.
A possibilidade do uso da cédula de papel para eleição da mesa diretora já tinha motivado confusão na sessão preparatória para a eleição. Foi preciso convocar seguranças para controlar a situação porque houve confusão depois que o deputado Ricardo Marcelo rejeitou um requerimento apresentado pelo deputado Jeová Campos (PSB), que solicitava a votação manual. Ricardo Marcelo determinou que a votação acontecesse através do sistema eletrônico. Irritado com a decisão, Jeová chegou a dar um murro na mesa.
Com a decisão de realizar a eleição de forma eletrônica, foi estabelecido um intervalo, para que todos os deputados passassem pelo cadastro que habilita a votar utilizando o painel eletrônico. Foi durante esse processo de cadastramento que houve um dano ao sistema.
O deputado Adriano Galdino (PSB), que é candidato à presidência da ALPB, considerou um absurdo a suspensão da sessão. "A lei determina que a eleição aconteça no dia 1º de fevereiro, temos que respeitar o que prevê o regimento interno", justifica. Ricardo Marcelo também é candidato à presidência da mesa.
Confiança questionada
Enquanto uma parte dos deputados defendia que o voto nas cédulas de papel fosse utilizado para garantir lisura ao processo, outra parte destacava que o Regimento Interno prevê o uso do sistema eletrônico. A discussão começou durante o intervalo de cerca de meia hora determinado após a solenidade de posse e continuou com o início da sessão preparatória para a eleição. Depois de cerca de 20 minutos de embate, a sessão foi suspensa para que o clima se acalmasse.
Segundo o deputado João Gonçalves (PSD), a justiticativa apontada é que “não foi feita biometria dos deputados, o sistema não foi implantado, só é possível votar sim ou não”. Diante deste quadro, João Gonçalves avalia que não havia segurança para realizar a eleição através do painel eletrônico. Concordando com ele, o deputado Gervásio Maia (PMDB) acreditava que "os deputados deveriam ter feito uma espécie de vistoria no painel".
Já o deputado Renato Gadelha (PSC) avalia que o voto através de cédulas de papel é um retrocesso. “Foi implantado um painel para dar segurança ao voto, não vamos aceitar esse retrocesso”, declarou. Quem também saiu em defesa do voto eletrônico foi o deputado Ricardo Marcelo (PEN), que defendeu que "o processo eletrônico foi instalado na Casa e já foram feitas várias votações".
Um embate entre os deputados Ricardo Barbosa (PSB) e Trócolli Júnior (PMDB) esquentou ainda mais a sessão quando Trócolli declarou acreditar que "a bancada governista quer voto em cédula para marcação dos votos". Em resposta, Barbosa chamou a declaração de irresponsável. Já o deputado João Henrique (DEM) defendeu uma terceira proposta: "voto aberto para solucionar o problema".
Presidência da sessão
Outro ponto que precisava de definição antes da realização da sessão de eleição gerou descontentamento de parte dos deputados. O deputado Gervásio Maia (PMDB) se apresentou falando em nome de outros 20 deputados sugerindo que o deputado Ricardo Marcelo não presidisse a sessão de eleição, já que ele é candidato à função.
Concordando com Gervásio, Adriano Galdino (PSB), que também se apresenta como candidato à presidência da casa, destacou que a situação é semelhante ao presidente do TRE ser candidato numa eleição presidida por ele. Apesar desses questionamentos, o Ricardo Marcelo se manteve na presidência da sessão.
Fonte:G1 Paraíba

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Estudo mostra que 120 milhões de crianças e adolescentes estão fora da escola


Fortaleza - Na periferia da capital cearense, crianças brincam com bola em meio à lama e sujeira (Valter Campanato/Agência Brasil)
Estudo do Unicef mostra que 121 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo estão fora da escolaValter Campanato/Agência Brasil
















O relatório Corrigindo a Promessa Quebrada da Educação para Todos, recém-lançado pelo  Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 121 milhões de crianças e adolescentes, em todo o mundo, não frequentam a escola.
O estudo é da Iniciativa Global sobre Crianças Fora da Escola, um projeto lançado em 2010 pelo Unicef e pelo Instituto de Estatística da Unesco para auxiliar os participantes no desenvolvimento de estratégias baseadas em dados que possibilitem a diminuição do número de crianças e adolescentes fora da escola.
adolescentes
O estudo mostra que há 63 milhões de adolescentes fora da escola, 5 milhões a mais do que no ensino básicoArquivo/Agência Brasil
De acordo com o documento, apesar dos progressos registados na inscrição de crianças no ensino básico de todo o mundo há 58 milhões de crianças entre 6 e 11 anos que não frequentam a escola. Se a tendência atual continuar, duas crianças em cada cinco – 15 milhões de moças e 10 milhões de rapazes – dificilmente entrarão numa sala de aula, informa o relatório.
Dessas crianças, 23% já frequentaram a escola mas a abandonaram, 34% poderão entrar na escola futuramente e 43% provavelmente nunca terão essa experiência.
No ciclo de ensino seguinte, entre os 12 e 14 anos, há 63 milhões de adolescentes fora da escola – 5 milhões a mais do que no ensino básico, apesar de as crianças em idade para frequentar o ensino básico (650 milhões) serem quase duas vezes mais do que as que estão em idade de frequentar o ciclo de ensino seguinte (374 milhões).
Embora o acesso à educação tenha aumentado consideravelmente no início do milênio, esse progresso estagnou em 2007 com 9% das crianças no ensino básico (6 a 11 anos) e 18% no ciclo de ensino seguinte (12 a 14 anos) fora da escola.
De acordo com o relatório, as regiões com maior percentagem de crianças e adolescentes fora da escola são a África Ocidental e Central – 27% de crianças e 40% de adolescentes, respectivamente –, a África Oriental e do Sul – 15% e 27% – e o Sul da Ásia – 6% e 26% das crianças e adolescentes.
Pobreza
Unicef identificou cinco obstáculos à educação das crianças. Quando aliados à pobreza esses obstáculos ficam mais difíceis de superarMarcello Casal/Arquivo/Agência Brasil


















As razões para a ausência da escola são variadas, complexas e estão muitas vezes interligadas, com o documento identificando cinco grandes obstáculos à educação para todos: situações de conflito, discriminação de gênero, trabalho infantil, dificuldades linguísticas e deficiência. Qualquer desses obstáculos se torna mais difícil de superar quando associado à pobreza.
Crianças no corte de cana
Para o Unicef, acabar com os custos diretos e indiretos associados à educação é forma mais eficaz de combater o trabalho infantillArquivo/Agência Brasil
Um exemplo característico é o da criança que tem de trabalhar para ganhar dinheiro para casa, contrariando a esperança da própria família de lhe proporcionar educação, pois esta, geralmente, custa dinheiro que a família não possui.
No relatório é destacado que remover os custos diretos e indiretos associados à educação é a forma mais eficaz de combater o trabalho infantil. O Unicef ressalta que atrair crianças nessa situação para a sala de aula e mantê-las na escola exige ambientes de aprendizagem melhorados e sistemas educativos mais flexíveis e reativos.
Outro aspecto apontado é o fato de as crianças de países afetados por conflitos representarem 20% do total em idade escolar e, simultaneamente, 50% do total mundial de crianças fora da escola.
Fonte: Agência Lusa/ Brasil

Municípios têm até hoje para solicitar profissionais do Mais Médicos

Mais Médicos
Nesta nova edição do programa, 1,5 mil prefeituras poderão solicitar ao governo profissionais para prestar atendimento clínico na rede pública de saúdeArquivo/Agência Brasil















Termina hoje (28) o prazo para os municípios se inscreverem no Mais Médicos. Nesta nova edição do programa, 1,5 mil prefeituraspoderão solicitar ao governo profissionais para prestar atendimento clínico na rede pública de saúde. A adesão pode ser feita no site do programa.
Estão aptas a aderir as prefeituras que receberam médicos do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab 2014), que termina em fevereiro, e aquelas de municípios com maior vulnerabilidade econômica e social. Tiveram prioridade, por exemplo, as cidades com 20% da população em extrema pobreza, com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo, localizadas no Semiárido, nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira e nas periferias de capitais e regiões metropolitanas. O Ministério da Saúde também deu prioridade à expansão do programa para os distritos indígenas.
Criado em 2013, o programa levou médicos a 3.785 municípios, o que corresponde a 68% das cidades do país. Os 34 Distritos Sanitários Indígenas também receberam profissionais.
Os médicos com registro no Brasil poderão se inscrever até amanhã (29).

Fonte:Agencia Brasil

Chefe de gabinete do prefeito de Guarabira, entra em confusão com produtor de eventos

A Festa da Luz 2015 promete ser uma das maiores já realizadas pela Prefeitura de Guarabira, no entanto, está dando o que falar. Opiniões se dividem, entre o grupo dos ‘favoráveis’ e dos ‘contras’. E na última terça-feira (27), um episódio de confusão foi registrado no Parque do Poeta Ronaldo Cunha Lima, local onde será realizado o evento da padroeira da cidade. Segundo informações, o chefe de gabinete do prefeito, Aguiberto Alves Lira (Aguiberto Montoya), tentou agredir o produtor de eventos, Carlos Madson.
De acordo com Elinaldo Costa, assessor da banda Grafith – uma das atrações da festa -, o mesmo foi solicitado pela banda para resolver a questão da estrutura de logística para receber a equipe de montagem, mas ao tentar contato com Aguiberto, o mesmo foi recebido de forma grosseira.
Madson
Carlos Madson
Ao perceber o teor da conversa, o empresário Madson, começou a filmar – o que teria desencadeado a discussão. No momento Aguiberto teria dado um tapa no celular na tentativa de impedir a gravação.
Em contato com o chefe de gabinete, Aguiberto relatou aoPortalmidia.net, que ao ser contactado por Elinaldo, sobre o almoço e jantar para oito pessoas da montagem e também a reserva de hotel, Montoya teria dito que estava muito ocupado, e que trataria do assunto em outro momento, já que teria que tirar um boleto urgente para fazer pagamento naquela hora.
Aguiberto Montoya
Aguiberto Montoya
Ainda segundo o chefe de gabinete, ao dizer isso, o representante da banda começou a lhe xingar, proferindo que o mesmo “acha que é o prefeito”. Ao ver que Carlos Madson começou a gravar, Aguiberto foi tirar satisfação – mas sem ter intenção de briga, pois é, segundo o mesmo, uma pessoa pacata; mas antes disso, segundo Montoya, Madson teria dito que o mesmo “não sabia fazer as coisas, e maltratava as pessoas”.
Por fim, Aguiberto ainda disse que tudo isso é frustração de Madson, por ter sido demitido da prefeitura e não poder negociar os camarotes da festa.

Fonte: Portal MMídiia

Cagepa diz que houve redução de 18,57% na vazão de Boqueirão após o racionamento Em um mês de racionamento, a Cagepa deixou de retirar 511 mil m³ de água, uma economia necessária para, gradativamente, tentar conter a queda no volume do Boqueirão


Um mês e meio após o início do racionamento em Campina Grande e mais oito cidades e dois distritos abastecidos pelo açude Epitácio Pessoa (Boqueirão), a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) divulgou nesta quarta-feira (28) que houve redução de 18,57% na vazão do manancial em relação ao mês anterior. 
Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão

Em um mês de racionamento, a Cagepa deixou de retirar 511 mil m³ de água, uma economia necessária para, gradativamente, tentar conter a queda no volume do Boqueirão. Os dados de janeiro estão sendo compilados e devem ser divulgados no início de fevereiro. 

Desde o dia 6 de dezembro, o racionamento está sendo executado das 17h de cada sábado e encerrado às 5h das segundas-feiras. A medida faz parte do plano de contingência da Cagepa, elaborado a partir de pedido do Ministério Público Estadual, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Campina Grande. O documento relaciona 13 ações que estão sendo tomadas desde o início de 2013 e agora serão intensificadas pela Companhia para evitar desperdício e incentivar o uso consciente e racional da água na região. 

Juntamente com equipes do Ministério Público e representantes da Câmara Municipal de Campina Grande, da Assembleia Legislativa, da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e da Agência Nacional das Águas (ANA), durante dois anos a Cagepa monitorou o açude Boqueirão e ficou estabelecido que quando o manancial atingisse o nível de 100 milhões de m³, seria iniciado o processo de racionamento. 

O Açude Epitácio Pessoa abastece a região através de dois sistemas: o sistema integrado de Campina Grande – que abrange os municípios de Campina Grande, Barra de Santana, Caturité, Queimadas, Pocinhos, Lagoa Seca, Matinhas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Alagoa Nova e os distritos de São José da Mata e Galante – e o sistema adutor do Cariri – que abrange os municípios de Boqueirão, Juazeirinho, São Vicente do Seridó, Pedra Lavrada, Cubati, Olivedos, Boa Vista, Soledade, Cabaceiras, Sossego e o Distrito de Seridó. O sistema do Cariri não entra no racionamento, apenas nas outras ações do plano de contingência.
Portal Correio