quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Prefeitura de Dona Inês será uma das primeiras a implantar a coleta seletiva no curimataú paraibano


SAM_0409Moradores da cidade de Dona Inês, no curimataú Paraibano, distante 160 km da Capital, serão uns dos primeiros a terem a coleta seletiva. A implantação está prevista para dia 02 de setembro.
Para que o resultado seja positivo, várias ações estão sendo desenvolvidas. Nas escolas, nas Ruas e em comércios, está havendo um trabalho de conscientização, para que a população participe de forma direta da coleta seletiva.
Nesta terça-feira, 19 de agosto, uma equipe de auxiliares de limpeza urbana, participou de uma caracterização grave-métrica dos resíduos sólidos do município, onde tiveram como objetivo, quantificar os materiais que vão para o lixo, separando metais, plásticos, vidros e papéis, além de outros tipos de materiais, estimando a quantidade desses materiais que vão para a coleta seletiva, identificando ainda o material que pode ser comercializado e o que pode ser usado para fertilização do solo; o orgânico – biodegradado -.
O trabalho foi acompanhado pelo Engenheiro Sanitarista e Ambientalista, Tarcísio Cabral, que é consultor da JOBAFI – Consultoria e Serviço – responsável pelo projeto de implantação da coleta seletiva.
O Engenheiro informou que de início, a Usina de Triagem e Compostagem que está desativada no lixão da cidade, será reativada para ser utilizada como usina modelo da coleta seletiva, até que o aterro sanitário do município esteja pronto.
Lá será construída uma nova usina.
por Michele Marques/Portal Mídia

Candidatos estreiam seus guias eleitorais com o mesmo discurso:" Mudar" a Paraíba

Sinceramente, não achei nada de novo no"blá-blá-blá" dos candidatos a governo da Paraíba, por ocasião da veiculação dos seu programas publicitários na TV. Parece até que já sabemos o que todos vão falar durante todo esse período eleitoral: Promessas, promessas, promessas...
Quando será que vamos sentir firmeza nas palavras dos nossos candidatos e entender que eles realmente querem o bem do povo, e não somente o poder.
Acho que os eleitores estão céticos por entender que na época de campanha  é uma enxurrada de promessas, de melhoria para o nosso Estado, e observamos que  as estradas continuam as mesmas: de péssima qualidade - é só seguir com destino a Alagoa Grande, via Guarabira(essa é a nossa realidade) que comprova-se o que estamos falando. Os hospitais com atendimento precário, parecendo mais um posto de saúde... e as escolas? responda você eleitor.

Mas mesmo assim as agencias publicitárias que estão cuidando da imagem dos candidatos já traçaram uma estratégia para convencer o eleitor. Leia:

Emoção e gente será o tom do guia de estreia de Cássio. Conduzido pela agência Mix, o programa vai mostrar as ruas e povo.

Com produção da Antares, o guia de Ricardo construirá sua linguagem com um objetivo: “Mostrar que quem trabalha merece continuar”.

A Makplan, do publicitário Zé Nivaldo, vai explorar o desempenho de Vital do Rêgo no Senado Federal e situá-lo como um político com capacidade e força de trabalho.

Concursos oferecem 27 mil vagas em todo o país Inscrições abertas na última semana somam mais de 5 mil oportunidades no serviço público, com remuneração de até R$ 19,3 mil. Veja a lista atualizada das ofertas e seus respectivos editais

Pouco mais de 27 mil vagas estão abertas para seleção por meio de concurso público em todo o Brasil. Conforme último levantamento do Congresso em Foco, só na semana passada, foram oferecidas 5.365 oportunidades de trabalho.
A maior oferta é da prefeitura de Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, que pretende contratar 2.276 profissionais de todos os níveis. Salário máximo de pouco mais de R$ 1.600 por mês. As inscrições se encerram em 14 de setembro. Provas previstas para 16 de novembro. Veja o edital.
A Secretaria de Educação de Fortaleza oferece 586 vagas para cadastro de reserva. É necessário ter curso superior. Os salários beiram os R$ 2.500 por mês. As inscrições vão até 24 de agosto. As avaliações, que terão análise curricular, se encerram em 26 de agosto. Veja edital.
O Tribunal de Justiça de Goiás abriu 474 vagas para nível superior. Os salários chegam a R$ 3.400 mensais. As inscrições vão até 8 de setembro; provas em 19 de outubro. Veja o edital.
Fonte: Congresso em Foco

Na TV Lula é pai, Dilma puro marketing e Aécio dá uma de anônimo

Principal trunfo eleitoral do PT, a presença de Lula na TV deverá ser constante, mas dosada.

                           
Lula fala durante horário político na TV (Foto: Reprodução)No programa de estreia da propaganda eleitoral na TV, ontem (19), Lula – o eleitor mais influente de 2014 – apareceu duas vezes no espaço de Dilma. Uma para falar que seu segundo mandato foi melhor do que o primeiro e que ninguém vai se arrepender de reeleger Dilma; depois falou de Eduardo Campos, por quem seu afeto era “de pai para filho” e que não devemos desistir jamais do Brasil. Explorou a lapidar frase dita por Campos na véspera da sua morte, frase-síntese de um eleitor que deseja mudanças, não necessariamente de nomes, mas de modo de fazer as coisas.
Com cabelos brancos e a voz rouca aparentemente bem calibrada, foi uma estreia bem diferente da campanha de 2010, quando Lula e Dilma inauguraram o programa de TV um no Oiapoque a outra no Chuí. Naquele momento o governo tinha 75% de avaliação ótimo/ bom e uma nota média dada pelo eleitor de 7,9. Lula e Dilma em agosto de 2010 pareciam os apresentadores de um Brasil fadado a dar certo. Quatro anos depois, ao evocar ontem o seu segundo mandato, Lula lembrou ao eleitor desse passado talvez não tão distante assim, quem sabe a nosso alcance novamente – como um pai a nutrir filho de esperanças.
O momento é outro, porém. Mais crítico para a candidata do governo, com aprovação bem menor (embora em ascenção) e Marina Silva vindo aí para forçar um segundo turno. Dilma vai à TV com uma nota média 6 de governo, segundo o último Datafolha, o suficiente para passar de ano.
Já Dilma foi puro marketing. Apareceu de capacete, no helicóptero, vistoriando obras, entregando casas, fazendo selfies ao lado de crianças e jovens, também como cozinheira, avó e cuidando da residência oficial “com o esmero de qualquer dona de casa”. Faltou falar do futuro do país. Não incorporou, sequer dialogou, com o desejo de mudança expresso por mais de 70% do eleitorado.
Mais consciente, o eleitor ganha se os candidatos assumirem mais a complexidade do momento. Clama por informação e posicionamentos reais. O candidato não é apenas candidato a ganhar eleição, mas a apontar caminhos.
Já Aécio fez o que era devido a um candidato da oposição. Para um político que precisa ser mais conhecido esqueceu-se, porém, de se apresentar ao público. Quem é? De onde veio? Repetiu seis vezes a palavra “problema” (inflação, o emprego), mas não apontou soluções. Se insistir na economia, talvez o tucano fique ele próprio com um problema junto ao eleitor que, até aqui pelas pesquisas, não vem sentindo tanto medo do desemprego e está menos pessimista em relação à inflação e otimista em relação a sua vida pessoal.
Sobretudo, antes de falar sobre o que vai mal, convém dizer quem é que fala. E principalmente apontar soluções, pois de diagnósticos o cidadão está repleto.
Mas começou o horário eleitoral e apesar dos pesares o eleitor presta atenção nele como se fosse uma novela. Ouve um pouco aqui, um pouco ali, vê um episódio, perde outro, “apreende” uma frase que gosta, cria uma rejeição qualquer, simpatiza, antipatiza -- e nos próximos 44 dias esse acúmulo vai se transformando em decisão.

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PSB define chapa presidencial com Marina e Beto Albuquerque

Beto Albuquerque (Foto: Ag. Brasil)


Beto Albuquerque (Foto: Ag. Brasil)
SÃO PAULO (Reuters) - O PSB definiu nesta terça-feira sua chapa presidencial com a ex-senadora Marina Silva como candidata à Presidência da República e o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) como vice.Marina era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, morto na semana passada num acidente aéreo.O anúncio foi feito nesta terça-feira pelo presidente do PSB, Roberto Amaral, em entrevista coletiva em Recife, seguido por uma nota do partido oficializando a decisão, que será sacramentada em reunião da Executiva Nacional da legenda na tarde de quarta-feira em Brasília.
"(O PSB) entende que a melhor opção partidária na triste circunstância imposta pela tragédia, é para o PSB e para a coligação Unidos pelo Brasil convidar os companheiros Marina Silva e Beto Albuquerque para liderar nossa chapa presidencial", afirmou a nota assinada por Amaral.

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"Desse pensamento partilha o PSB de Pernambuco", acrescentou o documento, ressaltando desse modo a importância da base política de Campos na escolha.
Na nota, o PSB afirmou ainda que a viúva de Eduardo Campos, Renata, declinou do convite para ser companheira de chapa de Marina por estar "ainda comovida" com a morte do marido e pelos "apelos recebidos do partido e da população".
Além de Renata, outros pernambucanos chegaram a ter seu nome cogitados para ocupar o posto de vice na chapa presidencial do PSB, entre eles o ex-deputado federal e um dos coordenadores da campanha de Campos Maurício Rands.
Beto Alburquerque, tido entre aliados como um hábil conciliador, está em seu quarto mandato de deputado federal. Líder do PSB na Câmara, comandou a bancada em um momento chave, quando o partido anunciou seu desligamento do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para construir a candidatura própria ao Planalto.
Nome organicamente ligado ao partido, empenhou-se fortemente pela candidatura de Campos em seu Estado, candidatando-se ao Senado para garantir um palanque ao pernambucano, apesar de entrar em uma disputa pouco promissora.
Campos morreu na última quarta-feira quando o avião em que estava caiu em Santos, onde ele cumpriria agenda de campanha. Outras seis pessoas --dois assessores, um cinegrafista da campanha, um fotógrafo da campanha e dois pilotos-- também morreram na tragédia.
(Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello, em Brasília)
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Marina capta voto de indecisos e pode crescer mais, mostra pesquisa

A presidenciável Marina Silva
A pesquisa Datafolha divulgada hoje (18), a primeira feita após a morte de Eduardo Campos, e que mostra Marina Silva com 21%, Aécio com 20% e Dilma com 36%, revelou, de imediato, que Marina ocupa um espaço que estava vazio no cenário eleitoral e que se refletia no elevado número de indecisos e nulos. Com a entrada de Marina, o percentual de eleitores que votariam branco/nulo ou estavam indecisos despencou de 27% para 17%.

Comparando a pesquisa atual do Datafolha com a última realizada pelo instituto com o nome de Marina, em abril, se vê que a candidata pode crescer mais. Em abril, 27% afirmaram que votariam em Marina (depois de abril, com a oficialização da candidatura de Eduardo Campos, o nome dela não mais entrou nas pesquisas). Com baixa rejeição, a candidata tem potencial para retomar esse patamar de abril, o que não apenas levaria a disputa para o segundo turno como pode tirar da disputa o tucano Aécio Neves. 

Marina incomoda tanto o PT (segundo a pesquisa ela ganha de Dilma no segundo turno) como o PSDB, que pode ser atropelado na reta final.
Caso mantenha o seu perfil eleitoral que se desenhou em 2010, quando disputou a presidência e ficou com 19,33% dos votos, Marina Silva tem sua maior potência eleitoral entre as mulheres, jovens, os eleitores de renda mais elevada e aqueles que moram nas regiões Sudeste e Norte do país. São nesses segmentos que Marina tem seu maior potencial.

Na véspera do início do horário político na TV (amanhã), o perfil do eleitor de Marina é uma pista para saber onde ela pode incomodar mais seus adversários.

São justamente entre mulheres, jovens e no Sudeste que Dilma tem seu desempenho mais vulnerável. Ou seja: nestes segmentos e região Dilma tem, comparativamente, um desempenho pior do que sua média geral. Até aqui, os votos no Nordeste e entre eleitores de menor renda (0 a 2 mínimos, que são a maioria do eleitorado), vinham segurando os índices de pesquisa para Dilma. Em tese, a entrada de Marina na disputa tem chances menores de mexer nessa “base”, onde a influência da candidata do PSB é comparativamente menor. Mas como eleição não é uma ciência exata, nunca se sabe. 

Já Aécio também pode perder em faixas de eleitorado nos quais tem bom desempenho, ou seja, entre eleitores do Sudeste e de renda mais alta. Justamente onde Marina tem sua influência mais forte. Caso o tucano não melhore o desempenho no Nordeste e entre eleitores de menor renda (o maior desafio das oposições desde o início), o desgaste do “fator Marina” poderá ser decisivo.

Mas como disse a escritora Simone de Beauvoir: é preciso saber aguardar a simplicidade dos fatos.
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