O Juiz eleitoral do município de Solânea, Ozenival dos Santos, fez uma grave denúncia no programa Correio Debate, do Sistema Correio da Paraíba, no começo da tarde desta sexta-feira, 3. Ele denunciou que alguns candidatos estariam trocando votos por crack na região polarizada por solânea
De acordo com o juiz Ozenival dos Santos, o esquema estaria sendo organizado por políticos, alguns cabos eleitorais dos candidatos seriam os negociadores. "As pessoas são capazes de votar em troca de duas pedras de crack", sentenciou o juiz.
O juiz de Solânea revelou ainda que o esquema conta também com a participação de mototaxistas que entregam as drogas aos eleitores.
O delegado Derly Brasileiro, da Polícia Federal, responsável pela fiscalização de delitos na campanha eleitoral, vai enviar uma equipe para a região de Solânea dez dias antes das eleições visando coibir o crime.
Do Fatos PB
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Banco de leite materno e hemodiálise foram instalados em Guarabira a pedido de Raniery
Dois importantes benefícios trazidos para a população de Guarabira e região foram em decorrência dos “insistentes pedidos” do deputado estadual Raniery Paulino, que pela segunda vez disputa uma das 36 vagas para a Assembléia Legislativa da Paraíba.
O primeiro, conforme o secretário de Saúde do Governo do Estado, José Maria de França, trata-se da implantação do Centro de Hemodiálise do Hospital Regional Antonio Paulino Filho. O benefício não só atende a pacientes da cidade, mas também de outros municípios da região do Brejo.O Centro de Hemodiálise foi implantado no primeiro Governo Maranhão.
Quando Cássio assumiu os destinos da Paraíba, retirou os equipamentos do hospital, prejudicando dezenas de pacientes que, semanalmente, tratavam-se de diálise. Nesse período, o deputado Zenóbio Toscano era o líder do governo na AL-PB, mas não fez nada para impedir que as máquinas fossem levadas para Campina Grande.
O Centro de Hemodiálise de Guarabira trabalha todos os dias no tratamento de pacientes com problemas renais, conforme informou o responsável pela operacionalidade das máquinas, Mário Fiúza.
Banco de Leite – Outro importante benefício trazido pelo Governo do Estado para Guarabira, foi o Banco de Leite Materno. Agora, as mães gestantes que não possuem leite no peite têm como salvar a vida de seus recém nascidos por que a demanda de leite é muita boa no Hospital Regional Antonio Paulino Filho.
Segundo os técnicos da SES que vieram para a inauguração do Banco de Leite, o deputado Raniery Paulino já estava se tornando um visitante corriqueiro da seda de
Secretaria Estadual de Saúde, tanta foram as vezes em que o parlamentar esteve na instituição para cobrar benefícios destinados ao município de Guarabira e outros da região.
O secretário de Saúde de Guarabira, José Carlos Maciel, disse que as várias vezes em que foi na SES, para tratar de assuntos do Governo Municipal, ouviu dos funcionários que o deputado Raniery já havia passado por lá, pedindo, tanto o Banco de Leite quanto a reativação da hemodiálise para o Hospital Antonio Paulino Filho.
fonte:FatoaFato
Levantamento aponta que eleições na Paraíba serão definidas no 1º turno
Um levantamento realizado pelo portal UOL revela que a corrida eleitoral para governador poderá ser definida logo no 1º turno na Paraíba e em outros 13 estados. A informação foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (3).
De acordo com as informações veiculadas pelo UOL, quatorze novos governadores podem ser definidos no primeiro turno, seis confrontos estão indefinidos e outros sete se inclinam para decisão no segundo turno. Um mês antes da votação de 3 de outubro, a tendência indicada pelas pesquisas de intenção de voto é de confronto quase resolvido nos maiores colégios eleitorais e reforço para as fileiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O levantamento do UOL Eleições considerou as pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas até 2 de setembro. Os números indicam provável fim no primeiro turno nas disputas com apenas dois candidatos acima de 10% nas intenções de voto. A exceção é o Pará, onde a indecisão se deve aos percentuais de quatro candidatos menores, apesar de nenhum deles chegar aos 10%, de acordo com o Ibope.
Na região mais populosa do país, a Sudeste, apenas São Paulo não sabe se a disputa acaba no primeiro turno, uma vez que os apoiadores da presidenciável Dilma Rousseff (PT) têm concentrado forças para evitar vitória do favorito Geraldo Alckmin (PSDB) já em 3 de outubro. No Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB) deve se reeleger. No Espírito Santo, a provável vitória é de Renato Casagrande (PSB).
Mas a maior batalha eleitoral do primeiro turno está em Minas Gerais, onde o governador Antonio Anastasia (PSDB), sucessor de Aécio Neves, emparelhou com o ex-ministro Hélio Costa. Sem outros adversários fortes na disputa, um dos dois deve terminar o primeiro turno como vencedor. Dilma e o presidenciável tucano, José Serra, têm investido tempo no segundo maior colégio eleitoral do país.
Nordeste e Sul
No Nordeste, quatro disputas se encaminham para decisão no primeiro turno. Todas com aliados de Lula e Dilma: Sergipe (Marcelo Deda/PT), Pernambuco (Eduardo Campos/PSB), Paraíba (José Maranhão/PMDB) e Ceará (Cid Gomes/PSB). Em Alagoas, Fernando Collor (PTB), Ronaldo Lessa e o governador Teotônio Vilela (PSDB) disputam para saber quem chegará ao segundo turno. No Piauí, os rivais são Silvio Mendes (PSDB), Wilson Martins (PSB) e João Vicente Claudino (PTB).
No Sul, apenas o Paraná deve decidir já em 3 de outubro. Beto Richa (PSDB) leva vantagem sobre Osmar Dias (PDT) e a soma dos seus adversários até agora não é o bastante para viabilizar o segundo turno. O Rio Grande do Sul se encaminha para um segundo turno entre Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB). Santa Catarina promete um enfrentamento entre Ângela Amin (PP) e Raimundo Colombo (DEM).
Há também três disputas com claros favoritos, segundo Datafolha e Ibope, mas que podem terminar apenas no segundo turno, por conta de candidatos menores. Na Bahia, Jaques Wagner (PT) é o favorito contra Paulo Souto (DEM); no Maranhão, Roseana Sarney (PMDB) leva vantagem contra Jackson Lago (PDT); e, no Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) é uma rara oposicionista à frente de um aliado de Lula, Iberê Ferreira de Souza (PSB).
Centro-Oeste e Norte
Apenas Mato Grosso deve ter segundo turno no Centro-Oeste. Silval Barbosa (PMDB), aliado do ex-governador Blairo Maggi (PR), é presença provável. Wilson Santos (PSDB) e Mauro Mendes (PSB) disputam a outra vaga. No Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) tem reeleição provável no confronto com Zeca do PT.
No Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) abre distância sobre Joaquim Roriz (PSC) e, por falta de outros rivais, pode definir já no primeiro turno. Para a oposição, o foco é a campanha em Goiás, onde Marconi Perillo (PSDB) definiria a disputa com Iris Rezende (PMDB) já no primeiro turno se as eleições fossem hoje.
Na região Norte, o PT concentra esforços para não perder o governo do Pará para a oposição. A possibilidade de isso acontecer é grande, já que Simão Jatene (PSDB) está à frente da governadora Ana Júlia Carepa (PT), e apenas a manutenção e crescimento de candidaturas com menos de 6% das intenções de voto o impediriam de vencer já na primeira votação.
Há provável vencedor de primeiro turno no Acre: Tião Viana (PT). Em outras disputas que devem terminar em 3 de outubro por falta de mais oponentes de peso, o Amazonas deve escolher entre o governador Omar Aziz (PMN) e o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR); Tocantins escolherá entre a reeleição do governador Carlos Gaguim (PMDB) e a recuperação de Siqueira Campos (PSDB).
Em Rondônia, João Cahulla (PPS), Expedito Júnior (PSDB) e Confúcio Moura (PMDB) estão tecnicamente empatados. Em Roraima, o governador José de Anchieta Júnior (PSDB) e Neudo Campos (PP) estão parelhos.
No Amapá, a tendência é de um segundo turno entre Lucas Barreto (PTB), Jorge Amanajás (PSDB) e Pedro Paulo (PP). Mais atrás, Camilo Capiberibe (PSB) pode ajudar a embolar a disputa nas próximas semanas.
Da redação do Portal Correio com Uol
De acordo com as informações veiculadas pelo UOL, quatorze novos governadores podem ser definidos no primeiro turno, seis confrontos estão indefinidos e outros sete se inclinam para decisão no segundo turno. Um mês antes da votação de 3 de outubro, a tendência indicada pelas pesquisas de intenção de voto é de confronto quase resolvido nos maiores colégios eleitorais e reforço para as fileiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O levantamento do UOL Eleições considerou as pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas até 2 de setembro. Os números indicam provável fim no primeiro turno nas disputas com apenas dois candidatos acima de 10% nas intenções de voto. A exceção é o Pará, onde a indecisão se deve aos percentuais de quatro candidatos menores, apesar de nenhum deles chegar aos 10%, de acordo com o Ibope.
Na região mais populosa do país, a Sudeste, apenas São Paulo não sabe se a disputa acaba no primeiro turno, uma vez que os apoiadores da presidenciável Dilma Rousseff (PT) têm concentrado forças para evitar vitória do favorito Geraldo Alckmin (PSDB) já em 3 de outubro. No Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB) deve se reeleger. No Espírito Santo, a provável vitória é de Renato Casagrande (PSB).
Mas a maior batalha eleitoral do primeiro turno está em Minas Gerais, onde o governador Antonio Anastasia (PSDB), sucessor de Aécio Neves, emparelhou com o ex-ministro Hélio Costa. Sem outros adversários fortes na disputa, um dos dois deve terminar o primeiro turno como vencedor. Dilma e o presidenciável tucano, José Serra, têm investido tempo no segundo maior colégio eleitoral do país.
Nordeste e Sul
No Nordeste, quatro disputas se encaminham para decisão no primeiro turno. Todas com aliados de Lula e Dilma: Sergipe (Marcelo Deda/PT), Pernambuco (Eduardo Campos/PSB), Paraíba (José Maranhão/PMDB) e Ceará (Cid Gomes/PSB). Em Alagoas, Fernando Collor (PTB), Ronaldo Lessa e o governador Teotônio Vilela (PSDB) disputam para saber quem chegará ao segundo turno. No Piauí, os rivais são Silvio Mendes (PSDB), Wilson Martins (PSB) e João Vicente Claudino (PTB).
No Sul, apenas o Paraná deve decidir já em 3 de outubro. Beto Richa (PSDB) leva vantagem sobre Osmar Dias (PDT) e a soma dos seus adversários até agora não é o bastante para viabilizar o segundo turno. O Rio Grande do Sul se encaminha para um segundo turno entre Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB). Santa Catarina promete um enfrentamento entre Ângela Amin (PP) e Raimundo Colombo (DEM).
Há também três disputas com claros favoritos, segundo Datafolha e Ibope, mas que podem terminar apenas no segundo turno, por conta de candidatos menores. Na Bahia, Jaques Wagner (PT) é o favorito contra Paulo Souto (DEM); no Maranhão, Roseana Sarney (PMDB) leva vantagem contra Jackson Lago (PDT); e, no Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) é uma rara oposicionista à frente de um aliado de Lula, Iberê Ferreira de Souza (PSB).
Centro-Oeste e Norte
Apenas Mato Grosso deve ter segundo turno no Centro-Oeste. Silval Barbosa (PMDB), aliado do ex-governador Blairo Maggi (PR), é presença provável. Wilson Santos (PSDB) e Mauro Mendes (PSB) disputam a outra vaga. No Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) tem reeleição provável no confronto com Zeca do PT.
No Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) abre distância sobre Joaquim Roriz (PSC) e, por falta de outros rivais, pode definir já no primeiro turno. Para a oposição, o foco é a campanha em Goiás, onde Marconi Perillo (PSDB) definiria a disputa com Iris Rezende (PMDB) já no primeiro turno se as eleições fossem hoje.
Na região Norte, o PT concentra esforços para não perder o governo do Pará para a oposição. A possibilidade de isso acontecer é grande, já que Simão Jatene (PSDB) está à frente da governadora Ana Júlia Carepa (PT), e apenas a manutenção e crescimento de candidaturas com menos de 6% das intenções de voto o impediriam de vencer já na primeira votação.
Há provável vencedor de primeiro turno no Acre: Tião Viana (PT). Em outras disputas que devem terminar em 3 de outubro por falta de mais oponentes de peso, o Amazonas deve escolher entre o governador Omar Aziz (PMN) e o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR); Tocantins escolherá entre a reeleição do governador Carlos Gaguim (PMDB) e a recuperação de Siqueira Campos (PSDB).
Em Rondônia, João Cahulla (PPS), Expedito Júnior (PSDB) e Confúcio Moura (PMDB) estão tecnicamente empatados. Em Roraima, o governador José de Anchieta Júnior (PSDB) e Neudo Campos (PP) estão parelhos.
No Amapá, a tendência é de um segundo turno entre Lucas Barreto (PTB), Jorge Amanajás (PSDB) e Pedro Paulo (PP). Mais atrás, Camilo Capiberibe (PSB) pode ajudar a embolar a disputa nas próximas semanas.
Da redação do Portal Correio com Uol
Última pesquisa para senador revela: Cássio 43,75% e Vital Filho 31,20%
A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Consult para verificar a preferência dos eleitores pelos candidatos ao Senado, nas eleições deste ano na Paraíba, divulgada na tarde desta sexta-feira (3) no programa Correio Debate, da Rádio 98/FM (Rede Correio Sat) revela que Cássio Cunha Lima (PSDB) lidera com 43,75%, seguido de Vital do Rego Filho (PMDB) que obteve 31,20.
O terceiro colocado na preferência dos eleitores, segundo a pesquisa contratada pelo Sistema Correio de Comunicação, é o senador Efraim Morais (DEM), que se mantinha na segunda colocação até a segunda rodada de pesquisas, e agora aparece com 25,70%. O deputado federal Wilson Santiago (PMDB) obteve 22,30% está em quarto lugar.
O cantor e compositor Vital Farias (PCB) aparece no resultado da consulta com 1,60% da preferência dos eleitores. Em seguida vem Maria de Lourdes, que obteve 0,45%, seguida de Edgar Malagodi 0,20% e Marcos Antonio dias 0,50%.
Os indecisos ainda são 47,50% dos eleitores e o eleitorado que não vota em nenhum dos candidatos somam 27,25%.
A pesquisa anterior, divulgada dia 17 de agosto, apresentava os seguintes resultados:
Cássio Cunha Lima (PSDB): 45,55%; Vital do Rego Filho (PMDB): 28,85%; Efraim Morais (DEM): 27,3%; Wilson Santiago (PMDB): 19,55%; Marcos Antonio: 0,05%; Edgar Malagodi 0,5%; Maria das Dores: 0,75; Vital Farias, 1,5%.
Wellington Farias
Portal Correio
O terceiro colocado na preferência dos eleitores, segundo a pesquisa contratada pelo Sistema Correio de Comunicação, é o senador Efraim Morais (DEM), que se mantinha na segunda colocação até a segunda rodada de pesquisas, e agora aparece com 25,70%. O deputado federal Wilson Santiago (PMDB) obteve 22,30% está em quarto lugar.
O cantor e compositor Vital Farias (PCB) aparece no resultado da consulta com 1,60% da preferência dos eleitores. Em seguida vem Maria de Lourdes, que obteve 0,45%, seguida de Edgar Malagodi 0,20% e Marcos Antonio dias 0,50%.
Os indecisos ainda são 47,50% dos eleitores e o eleitorado que não vota em nenhum dos candidatos somam 27,25%.
A pesquisa anterior, divulgada dia 17 de agosto, apresentava os seguintes resultados:
Cássio Cunha Lima (PSDB): 45,55%; Vital do Rego Filho (PMDB): 28,85%; Efraim Morais (DEM): 27,3%; Wilson Santiago (PMDB): 19,55%; Marcos Antonio: 0,05%; Edgar Malagodi 0,5%; Maria das Dores: 0,75; Vital Farias, 1,5%.
Wellington Farias
Portal Correio
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Consult: Maranhão abre 21,85 pontos sobre Ricardo
A mais nova pesquisa Correio/Consult revela que governador José Maranhão (PMDB), candidato à reeleição pela coligação Paraíba Unida, continua com índices crescentes e já abre uma vantagem de 21,85 pontos percentuais em relação ao ex-prefeito Ricardo Coutinho (PSB), que é candidato a governador pela coligação Uma Nova Paraíba. O peemedebista aparece com 53,65% das intenções de voto dos paraibanos no mais recente levantamento. Já o candidato socialista tem apenas 31,80%.
Na última pesquisa, divulgada em agosto, Maranhão tinha 49,20% das intenções de voto. Registrou-se, portando, um crescimento de 4,45 pontos percentuais. Ricardo aparecia com 31,15%, registrando-se apenas uma oscilação de 0,65 décimos para cima.
A candidata Lourdes Sarmento (PCO) aparece com 0,40% das intenções de voto; Nelson Júnior (PSOL) está com 0,20%; Chico Oliveira (PCB) tem 0,10% e Marcelino Rodrigues (PSTU) não pontuou na mais nova pesquisa Correio/Consult.
Portal correio
Na última pesquisa, divulgada em agosto, Maranhão tinha 49,20% das intenções de voto. Registrou-se, portando, um crescimento de 4,45 pontos percentuais. Ricardo aparecia com 31,15%, registrando-se apenas uma oscilação de 0,65 décimos para cima.
A candidata Lourdes Sarmento (PCO) aparece com 0,40% das intenções de voto; Nelson Júnior (PSOL) está com 0,20%; Chico Oliveira (PCB) tem 0,10% e Marcelino Rodrigues (PSTU) não pontuou na mais nova pesquisa Correio/Consult.
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Governo Maranhão tem 60,05% de aprovação
A terceira rodada de pesquisa Correio/Consult revela que o Governo Maranhão tem 60,05% de aprovação. De acordo com a pesquisa, 28,35% dos entrevistados desaprovam o Governo e 11,6% não têm opinião formada. O Governo tem a aprovação de 62,3% dos homens e de 58,1% das mulheres. A desaprovação é de 28,2% entre os homens e 28,5% entre as mulheres.
Levando em conta a idade, a maior aprovação está no grupo que tem até 24 anos: 63,9%. Neste mesmo grupo, a desaprovação é de 26,4%. No grupo com idades entre 25 e 34 anos, 54,9% aprovam, 33,1% desaprovam.
35 a 44 anos
Na faixa etária entre 35 e 44 anos, 61,5% aprovam, 27,1% desaprovam. Já entre os eleitores de 45 a 59 anos, 62% aprovam, 25,9% desaprovam. Por fim, entre os eleitores com idades superiores a 59 anos, 58,7% aprovam, 28,1% desaprovam.
Em relação à escolaridade e a renda familiar dos eleitores, o Governo Maranhão tem maiores aceitações entre os que têm o primeiro grau (64,9%) e entre os que ganham de R$ 1.020,00 e R$ 2.040,00 (62,6%).
portal correio
Levando em conta a idade, a maior aprovação está no grupo que tem até 24 anos: 63,9%. Neste mesmo grupo, a desaprovação é de 26,4%. No grupo com idades entre 25 e 34 anos, 54,9% aprovam, 33,1% desaprovam.
35 a 44 anos
Na faixa etária entre 35 e 44 anos, 61,5% aprovam, 27,1% desaprovam. Já entre os eleitores de 45 a 59 anos, 62% aprovam, 25,9% desaprovam. Por fim, entre os eleitores com idades superiores a 59 anos, 58,7% aprovam, 28,1% desaprovam.
Em relação à escolaridade e a renda familiar dos eleitores, o Governo Maranhão tem maiores aceitações entre os que têm o primeiro grau (64,9%) e entre os que ganham de R$ 1.020,00 e R$ 2.040,00 (62,6%).
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